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Américas

Trump ameaça decretar estado de emergência para construir muro na fronteira com México

media Trump disse que pode decretar estado de emergência para obter financiamento de muro na fronteira com México REUTERS/Kevin Lamarque

O presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu nesta sexta-feira (1) que poderia declarar "estado de emergência" para construir o muro na fronteira com o México, fugindo da aprovação pelo Congresso. "Existe uma grande chance de que tenhamos que fazer isso", declarou Trump aos jornalistas na Casa Branca, em uma coletiva de imprensa sobre tráfico de pessoas.

Se o chefe de Estado realmente declarar "estado de emergência" para construir o muro, poderá ter acesso a fundos especiais. No entanto, é quase certo que a iniciativa será freada por recursos judiciais, já que a oposição afirma que não há uma emergência real na fronteira. Na quinta-feira (31), Trump descreveu as negociações com os democratas como uma "perda de tempo".

Uma comissão bipartidária tenta encontrar um acordo com relação à quantia de US$ 5,7 bilhões que Trump exige para erguer a fronteira física. Os responsáveis devem entrar em um consenso até o dia 10 de fevereiro, cinco dias antes da expiração da legislação que financia por três semanas a administração federal.

Após uma disputa que durou mais de um mês, mantendo o governo parcialmente fechado e 800.000 funcionários de licença, Trump cedeu no final de janeiro em sua exigência de obter financiamento do Congresso para construir o muro. Para sair do impasse, o presidente assinou uma prorrogação do orçamento americano até 15 de fevereiro. Mas ele ameaçou começar tudo de novo se não tiver resposta à sua demanda.

Pressão sobre Trump

Donald Trump foi praticamente obrigado a tomar a decisão de encerrar o “shutdown”. No dia 25 de janeiro, quando o chefe de Estado fez o anúncio, 800.000 funcionários estavam sem ir ao emprego ou trabalhando sem salário desde o dia 22 de dezembro. Alguns serão pagos posteriormente, enquanto outros ficarão sem o dinheiro.

Na mesma data, diversas perturbações foram registradas nos aeroportos de Nova York e de Filadélfia por falta de funcionários. Associações do controle aéreo já haviam alertado dias antes sobre as consequências do “shutdown” na segurança desse tipo de transporte.

De acordo com pesquisas publicadas no fim do mês de janeiro, Donald Trump e os republicanos são vistos como responsáveis pela situação. No partido do presidente americano, o mal-estar havia se instalado diante da avalanche de testemunhos de trabalhadores infelizes com a situação.

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