Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/08 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 19/08 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 19/08 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 19/08 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 19/08 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 18/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 18/08 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Américas

Trump pede que Suprema Corte proíba transgêneros nas Forças Armadas

media O presidente americano Donald Trump é contrário ao alistamento de transgêneros no serviço militar. Mark Wilson/Getty Images/AFP

A Casa Branca pediu na quinta-feira (13) à Suprema Corte que bloqueie a entrada de transgêneros nas Forças Armadas até que a questão seja resolvida na batalha judicial que opõe o governo Trump à Justiça americana.

Para Trump, o alistamento de transgêneros no serviço militar implica "um risco para a eficiência e a potência letal dos militares”. A posição da Casa Branca é radicalmente distinta da postura adotada pelo governo do ex-presidente Barack Obama, que adotou, em julho de 2017, uma medida que autorizava as Forças Armadas a aceitar recrutas transgêneros.

Batalha judicial

O governo Trump, que nunca foi favorável à medida e alterou a data de julho para 1° de janeiro de 2018, antes de decidir mudar completamente a política. A proibição foi questionada diversas vezes nos tribunais, o que levou a uma atualização da medida, que passou a incorporar novas restrições.

No meio da batalha judicial, a Casa Branca solicitou à Suprema Corte que tome uma decisão sobre o caso e, até seu anúncio, suspenda todas as sentenças tomadas em instâncias inferiores.

Caso contrário, "o mandato permaneceria em vigor durante pelo menos um ano a mais e provavelmente até 2020, um período muito longo para que os militares se vejam obrigados a manter uma política que, segundo seu critério profissional, é contrária aos interesses da nação", argumenta o governo Trump.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.