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Américas

Trump confirma renúncia de Nikki Haley, embaixadora dos EUA na ONU

media Nikki Haley, ao lado de Donald Trump, confirmou que deixa o cargo de embaixadora dos Estados Unidos na ONU REUTERS/Jonathan Ernst

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta terça-feira (9) a demissão da embaixadora norte-americana nas Nações Unidas, Nikki Haley. A diplomata era um dos membros mais populares da administração do republicano e seu nome para uma eventual candidatura à presidência do país chegou a ser cogitado.

Haley pegou quase todos de surpresa ao anunciar sua demissão. Sem dar detalhes sobre as razões que levaram à sua saída do cargo, Trump disse apenas que a colaboradora já havia informado há seis meses que “queria dar uma pausa". Segundo o chefe da Casa Branca, "ela fez um trabalho fantástico" desde que assumiu o posto, em janeiro de 2017. “Ela foi muito especial para mim”, completou o chefe de Estado.

A embaixadora, de 46 anos, negou que tenha intenções de se candidatar às eleições presidenciais de 2020, apesar dos rumores dizerem o contrário. “É importante saber quando é hora dar um passo ao lado”, disse, afirmando não ter nenhum projeto preciso para sua carreira.

A ex-governadora da Carolina do Sul se destacou no por seu discurso firme contra a Coreia do Norte e o Irã, dois dos principais assuntos de política estrangeira do governo. Em Nova York, ela ratificava as críticas de Trump à ONU, vista pelo presidente como uma instituição ineficaz e que custava muito caro para os cofres públicos. Ela defendia a ideia de que Washington dedicasse sua ajuda financeira apenas para países “amigos”.

Durante a última Assembleia Geral da ONU, Haley se uniu a uma centena de venezuelanos que manifestavam contra o presidente Nicolás Maduro, um comportamento extremamente incomum para um diplomata.

Nem sempre do lado de Trump

Filha de imigrantes indianos, conhecida por seu estilo direto, a diplomata nem sempre esteve do lado de Trump. Em 2016 ela declarou que o republicano representava “tudo que um governador não quer de um presidente”. Às vésperas da vitória do republicano na corrida pela Casa Branca, ela disse novamente “não ser fã” do bilionário.

“Se eu não concordo com algo que penso ser suficientemente importante para ser discutido com o presidente, eu o faço. E ele escuta”, disse Haley em setembro passado, após a divulgação de cartas anônimas denunciando uma “resistência interna” no governo.

A saída da embaixada é a mais recente turbulência na Casa Branca, onde Trump já tem um terceiro conselheiro de segurança nacional e um segundo secretário de Estado. Sua renúncia ocorre a semanas das eleições legislativas de meio mandato, onde os republicanos podem perder o controle do Congresso.

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