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Américas

Irã descarta reunião com EUA após retomada de sanções

media O presidente Hassan Rouhani chega à China Reuters/路透社

O ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohamad Javad Zarif, descartou neste sábado (11) uma reunião entre os Estados Unidos e o Irã, depois de Washington restabelecer as sanções contra Teerã.

Esta é a primeira vez que o Irã rejeita de maneira tão explícita a proposta de diálogo feita pelo presidente Donald Trump. Interrogado pela agência conservadora Tasmin sobre um possível encontro com o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, na próxima assembleia da ONU em setembro, Zarif foi taxativo: "Não, não haverá reunião".

O presidente americano, Donald Trump, e o iraniano, Hassan Rouhani, estarão presentes na assembleia. Segundo o ministro iraniano, os americanos não são honestos e a adoção de sanções não permite “qualquer forma de negociação.”

Os Estados Unidos restabeleceram as sanções contra o Irã na última terça-feira, depois de se retirarem, em maio passado, do acordo sobre o programa nuclear iraniano, concluído em 2015 entre Teerã e as grandes potências.

Na época, o ministro iraniano Zarif se reuniu várias vezes com o então secretário de Estado americano, John Kerry, durante as negociações que levaram a este acordo. As sanções que atingem o Irã incluem bloqueios às transações financeiras e às importações de matérias-primas, além de medidas para impedir as compras no setor automotivo e de aviação comercial.

Golpe para a economia

Em novembro, uma segunda fase de sanções se concentrará no setor de petróleo e gás, assim como no Banco Central. As medidas terão graves consequências para a economia iraniana, já castigada por uma elevada taxa de desemprego e pela inflação. A moeda do país, o rial, perdeu quase metade de seu valor desde que Trump anunciou sua decisão.

Na semana passada, o presidente americano, Donald Trump, voltou a usar palavras duras a respeito do Irã, ao mesmo tempo que fez um apelo à negociação. "O regime iraniano tem uma opção”, afirmou o presidente americano.

"Pode mudar sua atitude ameaçadora e desestabilizadora e se reintegrar à economia mundial ou pode continuar na rota do isolamento econômico", declarou. "Continuo aberto para alcançar um acordo mais amplo, que aborde todas as atividades do regime, incluindo seu programa de mísseis balísticos e seu apoio ao terrorismo", completou.

(Com informações da AFP Brasil)

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