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Américas

EUA não cancelam sanções a Caracas após libertação de missionário americano

media O missionário mórmon americano, Joshua Holt (e), ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Salão Oval da Casa Branca, no sábado (26) REUTERS/Yuri Gripas

Depois de passarem dois anos presos na Venezuela, o missionário mórmon americano Joshua Holt, e sua esposa, a venezuelana Thamara Caleño, foram libertados e chegaram aos Estados Unidos na noite de sábado (26). Washington declarou, no entanto, que a decisão de Caracas de soltar o casal não vai interferir na continuação da aplicação das sanções ao governo de Nicolás Maduro.

A Venezuela decidiu libertar neste sábado Joshua Holt e sua esposa, que foram detidos há dois anos por conspiração. O casal já chegou aos Estados Unidos, onde foi recebido pelo presidente americano, Donald Trump, na Casa Branca. 

"Vocês foram muito corajosos", declarou o republicano a Holt e Caleño. Trump já havia anunciado a libertação do casal em sua conta no Twitter na manhã de sábado. 

Missionário mórmon de 26 anos, Joshua Holt viajou à Venezuela em junho de 2016 para se casar com Thamara Caleño, que conheceu na internet. Pouco tempo depois, o casal foi preso, acusado de participar de um complô armado contra o governo de Maduro. 

"Até o retorno da democracia"

Washington foi taxativo quanto à continuição de sua política de sanções ao governo venezuelano. No Twitter, o vice-presidente americano, Mike Pence, declarou que dará continuidade às medidas, "até o retorno da democracia à Venezuela". 

Mais cedo, o ministro venezuelano da Comunicação, Jorge Rodríguez, disse a jornalistas que a libertação do casal foi realizada a pedidos de Maduro, apesar das acusações de "espionagem" e "violência" contra eles. "Este é um gesto que enaltece nosso presidente", declarou ressaltando "uma intenção profunda de busca de paz" por parte de Maduro e de "seus esforços por um diálogo respeitoso" com os Estados Unidos.

Relações tensas

As relações entre os dois países estão especialmente tensas desde a imposição de novas sanções econômicas de parte de Washington a Caracas após as eleições de 20 de maio, nas quais Maduro foi reeleito.

Os Estados Unidos impuseram em 2015 as primeiras sanções contra funcionários venezuelanos, que afetam atualmente 70 pessoas e cerca de trinta entidades, entre elas a petroleira PDVSA, mas as medidas foram endurecendo desde agosto passado com o objetivo declarado do governo Trump de "restaurar a democracia" na Venezuela.

As sanções foram repudiadas por Maduro e resultaram na expulsão mútua de representantes diplomáticos dos dois países na última semana.

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