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Américas

Cuba se prepara para viver fim da era Castro

media O presidente Raúl Castro (esq.) e o número dois do Executivo cubano, Miguel Diaz-Canel, ao chegarem à Assembleia Nacional em 18 de abril de 2018, em Havana. Irene Perez/Courtesy of Cubadebate/Handout via Reuters.

Cuba está se preparando para viver depois dos Castro. É um momento histórico: Fidel, e, em seguida, Raúl Castro, lideraram a ilha comunista desde a revolução de 1959. Seis décadas depois, o regime ainda está no poder, mas Raúl prepara agora sua sucessão.

Romain Lemaresquier, enviado especial da RFI a Havana

Desde esta manhã de quarta-feira, 18 de abril, os deputados cubanos estão reunidos e deverão continuar por vários dias. Eles devem nomear várias personalidades para cargos-chave públicos, incluindo o de chefe de Estado. 

Oficialmente o sucessor de Raúl Castro não deve ser nomeado antes de quinta-feira (19), mas não há muito suspense, com apenas um único candidato, Miguel Diaz-Canel.

O anúncio confirma o que se tem pensado nos últimos meses. A candidatura é lógica, nostermos da Constituição cubana. Miguel Diaz-Canel era até agora vice-presidente do Conselho de Ministros e do Conselho de Estado. Ele deveria logicamente ser nomeado Presidente da República de Cuba pelos próximos cinco anos.

Além da presidência, outras designações foram agendadas para quarta-feira. O cargo de presidente do Congresso foi atribuído a Esteban Lázaro Hernández, um afro-cubano, e uma mulher foi eleita vice-presidente do Parlamento: Ana Maria Machado. Ambos foram eleitos com 100% dos votos. Escolhas que, normalmente, não são triviais em Cuba.

Este processo de eleição e redesignação que pontua o fim do Castrismo na ilha não fascina os cubanos, que realmente não esperam mudanças, pelo menos a curto prazo.

No entanto, a retirada da vida pública de Raúl Castro é importante, marcando o fim da geração histórica da Revolução Cubana à frente do Estado.

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