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Américas

Gary Cohn engrossa a lista de conselheiros de Trump que saíram do cargo

media Gary Cohn completou a lista dos membros da equipe de Trump que deixaram o cargo. REUTERS/Kevin Lamarque/File Photo

O pedido de demissão esta semana de Gary Cohn, principal conselheiro econômico do presidente Donald Trump, é mais um sinal das divergências dentro do governo norte-americano. Com sua saída, aumenta a lista de membros do gabinete do chefe da Casa Branca que deixaram ou cargo ou foram simplesmente demitidos.

Gary Cohn é apenas mais um na leva de colaboradores que não aguentaram o ritmo ou se opuseram às medidas do presidente. Ele abandonou o cargo após fracassar na tentativa de convencer Trump a voltar atrás em sua decisão de cobrar impostos sobre as importações americanas de aço e alumínio, tema que divide inclusive entre os republicanos.

Mas a debandada começou bem mais cedo, já em janeiro de 2017. Apenas alguns dias após a posse de Trump, a ministra da Justiça Sally Yates foi mandada embora após tentar impedir a aplicação do decreto presidencial sobre a imigração.

Desde então, praticamente todos os meses um membro da equipe abandonou o barco – ou foi jogado para fora. Depois de Sally Yates, saíram do governo o conselheiro estratégico, Steve Bannon, o secretário-geral da Casa Branca, Reince Priebus, ou ainda o secretário da Saúde, Tom Price, que não conseguiu revogar o Obamacare.

Suposta ingerência russa aumenta demissões

Mas foi o escândalo da suposta ligação entre a equipe de campanha de Trump e Moscou que fez mais vítimas nas equipes do governo. O caso levou o presidente a demitir James Comey, diretor do FBI que comandava as investigações, e o diretor-adjunto da instituição, Andrew McCabe, acusado de ser muito próximo dos democratas. Já o conselheiro estratégico de Trump, Michael Flynn, foi demitido após a revelação de que mantinha reuniões suspeitas com o embaixador da Rússia nos Estados Unidos.

Completam a lista do chefe de gabinete de Trump, Rob Porter, acusado de violências conjugais, e Anthony Scaramucci, que dirigia a comunicação do presidente, e que foi demitido em razão de declarações obscenas contra seus colegas. Em seguida, foi a vez de Hope Hicks, a quarta diretora de comunicação de Trump, anunciar que deixa o cargo. 

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