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Américas

Líder das Farc suspende campanha por causa de agressões na Colômbia

media Rodrigo Londoño (Timochenko) durante campanha para as presidenciais em Bogotá, na Colômbia. 27/01/18 Raul ARBOLEDA / AFP

A ex-guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), transformada em partido político (Força Alternativa Revolucionária do Comum), suspendeu nesta sexta-feira (9) em caráter temporário sua primeira campanha eleitoral na Colômbia, até obter garantias de segurança para seus candidatos que concorrem às eleições legislativas e presidenciais de 2018.

"Vamos suspender nossa campanha por um momento", disse o candidato presidencial e líder máximo da ex-guerrilha, Rodrigo Londoño (conhecido como "Timochenko"), à W Radio. O ex-comandante guerrilheiro assegurou que o atual partido Força Alternativa Revolucionária do Comum (Farc) fará "uma avaliação muito tranquila" durante a interrupção das atividades políticas e pediu que cessem as agressões contra seus candidatos.

A candidata à vice-presidência da Farc, Imelda Daza, afirmou que a suspensão da campanha foi decidida "principalmente pelas agressões e sabotagens" que Londoño sofreu nos últimos dias.

"Timochenko" cancelou visitas por motivos de segurança e teve que ser protegido de pessoas que pretendiam agredi-lo durante atos políticos ou na saída de entrevistas a meios de comunicação. Com 1% das intenções de voto, o líder rebelde está nas últimas posições entre os aspirantes à presidência, de acordo com as pesquisas mais recentes.

Manter a calma

"Qualquer um tem o direito de se expressar. O problema é quando uma pessoa fica sem argumentos e recorre à agressão", afirmou Londoño, que pediu que seus militantes mantenham a calma e evitem responder às agressões.

A Farc denunciou em um comunicado os ataques a seus candidatos nos departamentos (estados) de Quindío, Caquetá e Valle del Cauca, que deixaram "feridos, entre eles dois menores, além de danos materiais a veículos e em uma sede sindical". Por isso, afirmaram que recorrerão "às instâncias judiciais para que punam os responsáveis por estes atos".

“Esperamos que o governo, através dos mecanismos de que dispõem, nos garanta as condições mínimas para desenvolver nosso trabalho (...) e o direito a expor nossas ideias", afirmou Daza.

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que deixará o cargo em agosto de 2018, após dois mandatos de quatro anos, pediu na quinta-feira (7) que os colombianos repudiem as agressões de que são vítimas os candidatos da Farc.

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