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Américas

Jerusalém: Coreia do Norte chama Trump de "doente mental senil"

media O presidente americano Donald Trump exibe a declaração através da qual os Estados Unidos reconheceram Jerusalém como capital de Israel, em 6 de dezembro de 2017 REUTERS/Kevin Lamarque

A Coreia do Norte chamou o presidente americano Donald Trump de "doente mental senil", depois que o republicano anunciou que reconhece Jerusalém como capital de Israel. Os xingamentos foram divulgados neste sábado (9) em um comunicado da imprensa estatal norte-coreana. 

"Considerando o fato de que o doente mental senil pediu abertamente a destruição na ONU de um Estado soberano, este ato não é surpreendente", afirma a agência estatal KCNA, referindo-se ao anúncio de Trump sobre o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel.

A Coreia do Norte também entoa o coro às críticas da comunidade internacional à decisão do governo americano. Citando um porta-voz norte-coreano do ministério das Relações Exteriores, Pyongyang classifica de "ato malvado" o anúncio feito quarta-feira (6) por Trump. 

No mesmo comunicado citado pela agência KCNA, o regime norte-coreano "condena com força" a decisão de Washington sobre Jerusalém e expressa "seu firme apoio e solidariedade aos palestinos e aos árabes que lutam por seus legítimos direitos".

"Desequilibrado mental incurável"

As trocas de ameaças e insultos entre Trump e o ditador norte-coreano Kim Jong-Un se acenturam nas últimas semanas, depois que Pyongyang comemorou um lançamento de um míssil balístico que teria potencial para atingir qualquer cidade americana. No entanto, essa não é a primeira vez que o regime norte-coreano duvida das capacidades mentais do presidente americano. 

No início de novembro, Pyongyang afirmou que Trump, é um "desequilibrado mental incurável". O ataque veio alguns dias antes de Trump começar sua visita à Ásia. Kim também criticou a "retórica belicosa e irresponsável" de Trump, dizendo que o presidente "precisa absolutamente de medicamentos para cuidar de suas desordens psicológicas".

Dias depois, durante sua viagem pela Ásia, o presidente americano afirmou que o tempo da "paciência estratégica com a Coreia do Norte acabou". O republicano também disse que "nenhum ditador deve subestimar" os Estados Unidos. 

Algumas horas antes, em uma entrevista a um canal de televisão, Trump não descartou um encontro com Kim Jong-Un. "Estaria disposto a fazer isto, mas veremos para onde isto vai dar. Acho que é muito cedo", declarou. 

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