Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 18/02 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 18/02 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 18/02 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 18/02 09h57 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 18/02 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 18/02 09h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Américas

À beira da falência, Weinstein Company pode ser comprada por mulheres

media Apesar de ter demitido Harvey após o escândalo, a Weinstein Company continua sendo ostracizada por Hollywood. REUTERS/Steve Crisp/File Photo

Dois grupos investidores liderados por mulheres estão interessados em assumir o controle da The Weinstein Company, a produtora de Harvey Weinstein, que está à beira da falência, após as acusações de assédio sexual contra o seu fundador.

Um dos grupos interessados na aquisição da The Weinstein Company (TWC) é liderado pela Killer Content, uma produtora independente de Nova York, com a participação da documentarista Abigail Disney (sobrinha-neta de Walt Disney) e pela New York Women's Foundation.

O grupo está preparando uma oferta para adquirir ativos de cinema e televisão da companhia fundada pelo magnata de Hollywood Harvey Weinstein e seu irmão, Bob Weinstein. Apesar dos problemas financeiros, a TWC é dona de um bem-sucedido catálogo com mais de 100 filmes e séries de televisão.

A proposta da Killer Content considera doar parte dos lucros da empresa para organizações que trabalham para ajudar mulheres vítimas de abuso sexual.

US$ 275 milhões

Uma segunda oferta será apresentada por Maria Contreras-Sweet, líder da Gestão de Pequenas Empresas durante o governo de Barack Obama.

Em uma carta dirigida ao conselho da TWC, Contreras-Sweet disse que reuniu "um grupo de sócios financiadores, assessores e consultores de primeiro nível", que podem oferecer US$ 275 milhões pela TWC, segundo a revista digital Deadline.

No texto, publicado por vários veículos, Contreras-Sweet afirmou ser essencial que um conselho liderado por mulheres assuma a Weinstein Company.

Contextualizando

Mais de 100 mulheres, entre elas várias atrizes de Hollywood, já acusaram Harvey Weinstein de assédio ou abuso sexual, durante os últimos 40 anos.

Desde que a avalanche de acusações começou, em outubro passado, os projetos da empresa estão parados, e muitas companhias e pessoas que trabalharam com o seu fundador passaram a evitar a The Weinstein Company.

 

(Com agência AFP)

 

 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.