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Américas

Após Hollywood, denúncias de assédio sexual chegam à política americana

media Trump, que já foi acusado de gestos inapropriados com mulheres, criticou senador acusado de assédio sexual. REUTERS/Joshua Roberts

Depois dos casos de assédio e agressão sexual que estremeceram Hollywood, agora chegou a vez dos escândalos atingirem a vida política dos Estados Unidos. Até o presidente norte-americano, Donald Trump, que também é acusado de comportamento inapropriado, se exprimiu sobre a questão.  

O Congresso norte-americano está vivendo agora a sua avalanche de escândalos sexuais, com casos de assédio e até de agressões. Em poucos dias um senador pediu desculpas públicas por ter beijado sem autorização uma apresentadora de televisão; duas legisladoras denunciaram que dois de seus colegas cometeram assédio sexual; um chefe de gabinete renunciou por denúncias e várias mulheres acusaram Roy Moore, um ex-juiz que aspira ao Senado.

Também foi revelado, que entre 1997 e 2017, o Congresso pagou pelo menos US$ 17 milhões do dinheiro público para resolver 264 casos de reclamações internas da equipe, incluindo queixas por assédio sexual. "Existem pessoas que estão nervosas e se questionam: quem será o próximo?", disse a conselheira da Presidência Kellyanne Conway à emissora de TV FoxNews.

Formação especial para evitar assédio

Diante da multiplicação de casos, o presidente da Câmara de Representantes, Paul Ryan, informou nesta semana que cada legislador e colaborador deverá realizar um curso antiassédio e antidiscriminação. No Senado esses cursos normalmente são facultativos.

Esta sequência de escândalos inevitavelmente coloca Donald Trump na mira, já que o presidente é acusado por uma dezena de mulheres de contatos sexuais inapropriados e não autorizados. Em uma gravação revelada em plena campanha eleitoral, embora feita em 2005, Trump alardeou que poderia colocar a mãos nas genitálias de qualquer mulher e fazer com elas o que quisesse simplesmente pelo fato de ser famoso.

Talvez por essa razão nas últimas semanas Trump havia evitado se intrometer nos escândalos de abuso sexual que balançam os Estados Unidos. Até que, na quinta-feira (16) à noite, o chefe da Casa Branca recorreu ao Twitter para atacar o senador democrata Al Franken, acusado por uma apresentadora de tê-la beijado sem autorização depois de assediá-la.

"E pensar que até a semana passada ele nos dava lições contra o assédio sexual e pelo respeito às mulheres!", escreveu Trump, aparentemente escandalizado com as denúncias contra Franken.

(Com informações da AFP)

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