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Américas

Kirchner pede arquivamento de processo de corrupção em empreendimento hoteleiro

media Kirchner: "Perseguição judicial ordenada" por Maurício Macri. REUTERS/Marcos Brindicci

A ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner negou nesta quinta-feira (9) as acusações que pesam sobre ela em um caso de suposta lavagem de dinheiro envolvendo negócios imobiliários de sua família.

Trata-se do chamado caso Hotesur, nome do empreendimento do segmento hoteleiro que os Kirchner possuem na província patagônica de Santa Cruz, e por meio do qual a justiça suspeita que manobras de lavagem de dinheiro haveriam sido feitas, além de pagamentos de subornos.

Em 2014, o Hotesur teria aceito hospedagens fantasmas de empresários argentinos que usavam o hotel para lavar dinheiro de propinas.

Sete processos

Kirchner, presidente de 2007 a 2015, solicitou à justiça o arquivamento do caso, relembrando que "existem ao menos sete processos judiciais que já analisaram os mesmos atos, os quais descartaram a existência de qualquer indício de ilegalidade”.

Para evitar "o show midiático", a ex-presidente e senadora eleita pediu pelas redes sociais que, dessa vez, seus simpatizantes não a acompanhassem ou comparecessem aos tribunais, local onde se apresentou uma hora e meia antes da audiência.

A ex-presidente alegou em seu Twitter que o ocorrido representa "um novo capítulo da perseguição judicial ordenada pelo presidente Mauricio Macri".

(Com agência AFP)

 

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