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Américas

Um dia após forte terremoto, México ainda procura sobreviventes

media Equipes de socorro continuam as buscas na esperança de encontrar sobreviventes entre os escombros. REUTERS/Ginnette Riquelme

As equipes de socorro prosseguiram durante toda a quarta-feira (20) as operações de busca na capital mexicana, afetada na véspera por um terremoto de 7,1 graus de magnitude. Centenas de pessoas morreram, mas os bombeiros ainda esperam encontrar vítimas com vida entre os escombros.

Segundo o balanço divulgado no meio do dia, pelo menos 225 pessoas morreram, 94 delas apenas na Cidade do México. Outras 71 vítimas fatais foram registradas do estado de Moreles, 43 em Puebla, 12 no estado do México, 4 em Guerrero e 1 em Oaxaca.

Em meio às ruínas da escola Rebsamen, onde morreram 21 crianças e cinco adultos, os socorristas conseguiram localizar com um scanner térmico uma menina viva sob os escombros. Durante o dia 11 crianças e pelo menos uma professora foram retirados com vida do prédio, que desabou com o tremor. "Estamos muito, muito perto de pessoas que podem estar vivas. Estamos trabalhando com câmeras térmicas e unidades com cães", disse à AFP por telefone Pamela Díaz, padeira de 34 anos, que desde a terça-feira (19) trabalha no resgate.

Nas ruas da Cidade do México, dezenas de pessoas esperam, angustiadas, notícias de seus parentes ainda desaparecidos. Enquanto os parentes vão e vêm entre vários hospitais, nas redes sociais organizam brigadas de voluntários com bicicletas, motocicletas e a pé, que pedem donativos.

A energia elétrica foi quase toda restabelecida na Cidade do México, assim como nos estados vizinhos de Morelos e Puebla, onde também prosseguem os trabalhos de resgate.

As aulas foram suspensas até segunda ordem, enquanto empresas e escritórios públicos trabalham com serviço mínimo.O México fica entre cinco placas tectônicas e é um dos países com maior atividade sísmica no mundo. Em 7 de setembro, um terremoto de magnitude 8,1, o mais forte em um século em solo mexicano, deixou 96 mortos e mais de 200 feridos no sul do país, especialmente nos estados de Oaxaca e Chiapas.

Em 19 de setembro de 1985, há exatamente 32 anos, a capital ficou parcialmente destruída por um terremoto de 8,1 graus, que deixou mais de 10 mil mortos.

(Com informações da AFP)

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