Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/06 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/06 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 19/06 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 19/06 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 19/06 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 19/06 09h30 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 17/06 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 17/06 09h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Américas

Bush pai e filho condenam racismo e antissemitismo em resposta a Trump

media Supremacistas brancos se reuniram em Charlottesville, no estado da Virginia, no último dia 12 de agosto. ©REUTERS/Joshua Roberts

Os ex-presidentes americanos George H.W. Bush e George W. Bush, emitiram um comunicado na noite desta quarta-feira (16) condenando o preconceito racial e o antissemitismo, em resposta às declarações de Donald Trump, mas sem mencionar o nome do atual presidente.

"Os Estados Unidos devem sempre repudiar o preconceito racial, o antissemitismo e o ódio com todas as suas forças", afirmaram pai e filho na nota emitida em Kennebunkport, Maine, onde a família Bush mora.

"Enquanto oramos por Charlottesville, recordamos as verdades fundamentais evocadas pelo cidadão mais proeminente dessa cidade (Thomas Jefferson): 'Todos os homens foram criados iguais e dotados pelo Criador de direitos inalienáveis", escreveram os republicanos Bush.

"Sabemos que estas verdades são eternas porque vimos a decência e a grandeza de nosso país", concluem

Trump isolado

O presidente americano Donald Trump iniciou uma tempestade política quando afirmou, na última terça-feira (15), que os dois os lados eram responsáveis pela violência que abalou a pequena cidade da Virgínia, onde uma manifestante antirracista foi morta por um simpatizante neonazista.

Suas declarações chegaram a ser elogiadas pelo ex-líder da Ku Klux Klan (KKK) David Duke por sua "honestidade e coragem", mas deixaram diversos legisladores mudos. E deu a clara impressão de que essas expressões eram o que Trump realmente pensava, e não o que disse no dia seguinte aos fatos, quando leu na Casa Branca uma declaração condenando a "violência racista".

Um sinal claro deste desconforto é que os republicanos sequer apareceram na televisão para defender o presidente, e as únicas vozes a emergir foram de crítica.

"Em Charlottesville, os errados estão claramente do lado da KKK e dos supremacistas brancos", disse a presidente do Comitê Nacional Republicano, Ronna Romney McDaniel, à rede ABC.

"É preciso que ele repare os danos, e é preciso que os republicanos se manifestem alto e forte", afirmou à rede NBC, nessa mesma linha, o governador de Ohio, John Kasich, que enfrentou Trump nas prévias do partido na corrida pela Presidência em 2016. Kasich advertiu que Trump corre o risco de "colocar a Presidência em um terreno que não é aceitável para o país".

Tweet de Obama citando Mandela se torna o mais popular da história

O ex-presidente Barack Obama reagiu com uma frase de Nelson Mandela no Twitter: "Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, sua origem ou sua religião".

O post se tornou o mais popular até o momento na história da rede social, informou o Twitter nesta quarta-feira (16).

O jornal The New York Times lamentou em editorial o comportamento de Trump: "Infelizmente, nada surpreendente. Os políticos de Washington esperavam que a indicação recente de John Kelly, um ex-general dos Marines, ao posto de chefe de gabinete da Casa Branca impusesse um pouco de disciplina nesse governo caótico", escreveu o jornal.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.