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Américas

Trump sobe o tom com Coreia do Norte e China pede “contenção”

media O presidente norte-americano Donald Trump e seu homólogo chinês, Xi Jinping, durante cúpula do G20 em Hamburgo, na Alemanha. © Reuters

“Uma resolução pacífica da questão nuclear com a Coreia do Norte é necessária", afirmou o presidente chinês, Xi Jinping, durante conversa por telefone na noite de sexta-feira (11) com seu homólogo norte-americano, Donald Trump. Trump havia ameaçado a Coreia do Norte no mesmo dia, alertando que as armas americanas estariam “prontas para serem usadas”.

"As partes devem agora mostrar contenção e evitar palavras e ações que agravem tensões na península coreana ", solicitou o presidente chinês Xi Jinping a Trump, segundo a TV estatal da China. Após a conversa com Pequim, a Casa Branca salientou que os dois líderes reafirmaram o compromisso mútuo de uma desmilitarização nuclear da Península Coreana. "O presidente Trump e o presidente Xi Jinping concordaram que a Coreia do Norte deve parar com seu comportamento provocativo, que induz uma escalada [nas tensões entre os dois países] ", finalizou o comunicado de Washington.

Trump havia lançado na sexta-feira (11) um novo aviso para a Coreia Norte, alertando que “as armas americanas estavam prontos para serem usadas, "trancadas e carregadas". O regime norte-coreano acusou o presidente dos Estados Unidos de conduzir a península coreana para uma guerra nuclear. O presidente dos Estados Unidos advertiu que se a Coreia do Norte "fizer algo com relação à (ilha de) Guam ou qualquer outro lugar que seja um território americano ou um aliado americano, vai se arrepender de verdade, e vai se arrepender rápido".

Pyongyang, que em julho realizou com sucesso dois testes de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) capazes de atingir o território americano, ameaçou nesta semana atacar Guam, uma ilha no Pacífico onde os Estados Unidos possuem bases militares estratégicas.

Presidente francês faz um apelo pela "responsabilidade"

O presidente francês, Emmanuel Macron, fez um apelo pela "responsabilidade", neste sábado (12), e advertiu contra "qualquer escalada das tensões" entre Washington e Pyongyang, após uma semana de intensa troca de farpas.

Em um comunicado, Macron manifestou sua "preocupação diante do agravamento da ameaça balística e nuclear proveniente da Coreia do Norte". O presidente francês afirmou ainda que "a comunidade internacional deve agir de maneira concertada, dura e eficaz", com o objetivo de levar Pyongyang "a retomar a via do diálogo".

"Com os outros membros do Conselho de Segurança", a França pede à Coreia do Norte que "cumpra sem demora suas obrigações internacionais e proceda ao desmantelamento completo, verificável e irreversível de seus programas nucleares e balísticos", acrescentou Macron.

A reação do Japão

O Japão ativou neste sábado (12) seu sistema de defesa antimísseis Patriot, após a Coreia do Norte ameaçar a ilha americana de Guam com um ataque de mísseis sobre o território japonês.

O ministério da Defesa japonês começou a ativar o sistema de proteção aérea Patriot 3 em Shimane, Hiroshima e Kochi, no oeste do Japão, localidades que segundo Pyongyang poderão ser sobrevoadas por seus mísseis em direção à Guam. O Japão declarou também estar disposto a ativar o sistema de defesa antimísseis em Ehime, segundo a agência estatal NHK.

Imagens da TV japonesa mostraram veículos militares transportando plataformas de mísseis e outros elementos do sistema de defesa entrando na base japonesa de Kochi, antes do amanhecer deste sábado. O governo japonês espera poder completar a ativação do sistema antimísseis no oeste do arquipélago, revelou a agência Kyodo News, citando o ministério da Defesa.

Yoshihide Suga, porta-voz do governo japonês, declarou esta semana que o Japão "jamais vai tolerar" as provocações da Coreia do Norte e afirmou que Tóquio adotará "medidas".

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