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Américas

Procuradora-geral da Venezuela é destituída pela Assembleia Constituinte

media Luisa Ortega foi destituída do cargo JUAN BARRETO / AFP

A procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega, que virou opositora do presidente Nicolás Maduro, foi destituída de seu cargo neste sábado (5) por decisão da recém-eleita Assembleia Nacional Constituinte.

Ortega será substituída temporariamente pelo procurador público chavista Tarek William Saab, anunciou a Constituinte em sua primeira sessão, após ser instalada na sexta-feira (4).

Ela havia sido suspensa do cargo minutos antes por decisão da suprema corte, que vai julgá-la por irregularidades em seu cargo.

Mas Diosdado Cabello, poderoso dirigente do chavismo e membro da Constituinte, propôs ao plenário retirá-la definitivamente do cargo.

"Diante do vazio inexorável que existe ali neste momento, proponho que seja removida de seu cargo a senhora Luisa Ortega Díaz, em vez de suspensa. Isso não é um linchamento pessoal ou político, mas o cumprimento da lei", apontou.

Ortega havia denunciado, mais cedo, que militares da Guarda Nacional tinham impedido sua entrada na sede do Ministério Público.

"Isso é uma ditadura, as atrocidades que a Venezuela está vivendo, a repressão, não estão só detendo arbitrariamente as pessoas, mas processam elas com Justiça militar, e ainda não deixam a procuradora-geral entrar na sede principal", havia dito à imprensa.

A procuradora, que chegou e foi embora em uma moto escoltada, disse que vai continuar "lutando pela liberdade e pela democracia na Venezuela".

"Continuar lutando pela conquista dos direitos humanos, garantir o respeito pela liberdade, porque neste país a liberdade está perdida".

"Sabe o que querem com isso? Querem também esconder a corrupção que há na Venezuela, esconder as provas de violações dos direitos humanos que aconteceram neste país", acusou Ortega.

Na sexta-feira, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que o governo de Nicolás Maduro não reconhece, anunciou a concessão de medida cautelar de proteção para Ortega, considerando que a sua vida e integridade "correm risco iminente de dano irreparável".

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