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Américas

Morte de policial sobe para oito número de vítimas em protestos na Venezuela

media Morre policial em protestos na Venezuela e já são 113 as vítimas fatais. REUTERS/Ueslei Marcelino

Um policial morreu baleado na cabeça durante os protestos registrados na greve de 48 horas convocada pela oposição venezuelana contra o presidente Nicolás Maduro, segundo informou o Ministério Público nesta sexta-feira (28).

O policial morreu na quinta-feira (27), na cidade de El Ejido, no oeste do país, onde um dia antes também foi morto um homem de 30 anos em outra manifestação, segundo a mesma fonte. O Ministério Público da Venezuela calcula em oito o número de vítimas nas paralisações das últimas horas e em 113 os mortos desde que começaram os protestos, em 1° de abril.

Após a mobilização de dois dias, a oposição convocou a população para bloquear as ruas do país até a eleição, programada pelo governo venezuelano para este domingo (30), da polêmica Assembleia Constituinte, apesar da proibição do presidente Nicolás Maduro de realizar novas manifestações. Na quinta-feira (27), o ministro do Interior, o general Nestor Reverol, advertiu que possíveis infratores arriscam de cinco a dez anos de prisão.

Tentativa de minimizar a crise na Venezuela

Maduro tentou neutralizar a crise, propondo um diálogo com seus adversários antes da eleição, embora tenha reafirmado sua vontade de realizar a modificação da Constituição.

A oposição, que controla o Parlamento, considera a Assembleia Constituinte uma maneira do presidente de se manter no poder, ignorando os deputados e evitando as eleições presidenciais previstas para 2018.

A oposição, que considera a forma de nomeação de candidatos para a Constituinte bloqueada pelo governo de Maduro, decidiu boicotar o processo eleitoral, exigindo a saída imediata do presidente venezuelano, cujo mandato termina em janeiro de 2019.

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