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Américas

Colômbia adia desarmamento das Farc e integração de guerrilheiros à vida civil

media Governo colombiano e Farc prorrogam prazo para a entrega de armas dos guerrilheiros LUIS ACOSTA / AFP

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, anunciou nesta segunda-feira (30) o adiamento do desarmamento das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), que agora acontecerá em 20 dias.

Segundo o presidente, a decisão foi tomada com a ONU e as Farc e não afeta o compromisso em relação ao acordo histórico de paz assinado em novembro com a guerrilha marxistas. Ele também declarou que prolongaria o período para viabilizar e normalizar as zonas de transição até o dia 1° de agosto. Mais de 7 mil guerrilheiros do grupo estão reunidos em 26 áreas do país para entregar suas armas sob a supervisão das Nações Unidas, preparando seu retorno à vida civil.

Santos afirma que, apesar dos atrasos causados principalmente por dificuldades logísticas na construção das zonas, o processo ocorreu de maneira segura e sem maiores transtornos. “Esse tempo extra vai nos ajudar a realizar, como se deve, todo o processo de integração dos ex-membros do grupo sem as armas”, declarou.

Diálogo com última guerrilha ativa

O presidente João Manuel Santos iniciou no dia 7 de fevereiro um diálogo com os mediadores das Forças Armadas da Liberação Nacional, última guerrilha ativa que conta com cerca de 1500 homens. A paz é “irreversível”, disse Santos. "Desde que houve o acordo não houve nenhum conflito entre os membros da guerrilha e a polícia".

Segundo ele, também foram assinados 30 decretos-lei para aplicar o acordo. Um deles formaliza a criação de uma unidade de busca de desaparecidos. As Farc surgiram em 1964, a partir de uma insurreição de sem-teto. O conflito, que envolveu mais de 30 guerrilhas, forças paramilitares e as forças armadas, deixou pelo menos 260 mil mortos e mais de 60 mil desaparecidos.
 

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