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Américas

Governo Trump enterra programa de Michelle Obama contra obesidade infantil

media Discurso da primeira-dama Michelle Obama em março de 2014 durante cúpula de combate à obesidade infantil. Alex Wong/Getty Images/AFP

O governo republicano de Donald Trump cortou as verbas do programa contra a obesidade infantil iniciado pela ex-primeira-dama Michelle Obama. O Departamento da Agricultura suspendeu a obrigatoriedade de as escolas oferecerem às crianças refeições mais saudáveis, com menos sal, açúcar e gorduras.

Em um comunicado, o Departamento de Agricultura explicou que a reforma proposta pela administração republicana dará às escolas americanas "mais flexibilidade", e evitará que as crianças "joguem no lixo alimentos menos apetitosos" servidos no programa de saúde pública.

A iniciativa, que forçava as escolas a adotar melhores medidas nutricionais em troca de subsídios do governo, no contexto de uma lei aprovada em 2012, era uma das maiores conquistas de Michelle Obama. Além de restringir quantidades de sal e de lácteos açucarados, que contribuem para a obesidade infantil, o programa determinava o aumento de cereais compostos nas refeições, uma dieta adequada às crianças em idade de crescimento.

Segundo o Departamento de Agricultura, essas exigências nutricionais custaram US$ 1,2 bilhão aos distritos escolares e aos estados nos últimos cinco anos. O novo secretário de Agricultura, Sonny Perdue, considera que, sem essas normas de nutrição, "as crianças comerão com mais entusiasmo em vez de jogar fora a comida". Mas a decisão foi anunciada no mesmo dia em que a Universidade Johns Hopkins sugeriu que milhares de dólares poderiam ser economizados se as crianças americanas fizessem mais atividades físicas.

Aproximadamente um em seis jovens americanos, de 2 a 19 anos de idade, sofre de obesidade ou sobrepeso, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).

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