Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 23/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 23/10 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 23/10 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 23/10 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 23/10 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 23/10 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 22/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 22/10 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Américas

Raúl Castro deixará presidência de Cuba em 2018

media Raúl Castro deve escolher seu sucessor em um processo eleitoral que começará em novembro deste ano REUTERS/Alexandre Meneghini

Depois de impulsionar uma cautelosa e lenta abertura ao mercado e restabelecer relações com os Estados Unidos, o irmão de Fidel Castro decidiu passar o comando. Quem será seu sucessor é a grande interrogação.
 

Ainda que siga à frente do Partido Comunista de Cuba - o único permitido na ilha de 11,2 milhões de habitantes -, a substituiçãode Raúl Castro representará o fim de um ciclo de quase seis décadas, no qual os cubanos só conheceram dois governantes: seu irmão Fidel e ele, que triunfaram com a Revolução de 1959.

A tradicional marcha de 1° de Maio, nesta segunda-feira, foi a última liderada por ele como chefe de Estado.

Quem será o sucessor de Raúl Castro?

Ninguém sabe ao certo quem será o sucessor do líder. Neste momento, os cubanos lidam com a recessão econômica desencadeada pela crise venezuelana. Em 2016, o PIB contraiu 0,9% e o governo parece ter congelado a reforma iniciada em 2008, que permitiu um crescimento tímido do setor privado e a chegada de investimentos estrangeiros a conta-gotas.

Castro está à frente do partido do qual sairá seu sucessor, em um complexo processo de eleição que começará em novembro. "A incerteza para 2018 é muito grande. Uma pessoa pode esperar um processo de continuidade, mas não com a mesma velocidade com a qual as mudanças vieram, porque isso não deu resultados", analisa Pavel Vidal, ex-funcionário do Banco Central de Cuba e acadêmico da Universidade Javeriana da Colômbia.

Aos 56 anos, o vice-presidente Miguel Díaz-Canel - que acompanhou nesta segunda-feira Castro no palco - é a principal aposta para tomar as rédeas do poder. Formado dentro do Partido Comunista, tem experiência ministerial, mas não goza de influência dentro das Forças Armadas, um ator chave na transição.

O acadêmico cubano Arturo López-Levy, autor do livro "Raúl Castro and the New Cuba: A Close-Up View of Change", acredita que o atual presidente seguirá influenciando no destino da ilha. Ao menos é isto que esperam os cubanos, que acreditam que o país seguirá o rumo traçado pelos irmãos Castro.

(Informações AFP)

 

 
O tempo de conexão expirou.