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Américas

Sem apoio do Congresso, Trump suspende projeto contra Obamacare

media Suspensão da reforma do Obamacare representa uma derrota para Donald Trump REUTERS/Carlos Barria

O presidente norte-americano, Donald Trump, pediu nesta sexta-feira (24) para que a sua base no Congresso retire seu polêmico projeto de reforma do sistema público de saúde, ao constatar que não teria os votos necessários para a sua aprovação. A medida representa uma grande derrota para o chefe da Casa Branca.

Uma hora antes do horário previsto para a votação do projeto de lei que substituiria o sistema Obamacare, o presidente da Câmara de Representantes, Paul Ryan, foi à Casa Branca informar Trump que o texto não seria aprovado. "Falei com o presidente às 15h e elel pediu a Paul Ryan para retirar o projeto de lei", afirmou um auxiliar do influente legislador.

Logo depois, Trump declarou estar "deceptionado" e "um pouco surpreso" com o resultado, pois o projeto de lei estaria, segundo ele, "muito próximo" de ser adotado. O presidente americano também disse, novamente, que é necessário revogar o Obamacare, pois o sistema público de saúde implementado por Barack Obama vai "explodir", mas que agora vai se concentrar na reforma fiscal. 

O texto da reforma deveria ter sido votado na tarde desta quinta-feira (23), mas diante do evidente racha interno no Partido Republicano, a decisão acabou sendo adiada para esta sexta. Trump precisa do voto da maioria dos 435 congressistas.

Em linhas gerais, a bancada republicana está dividida em duas correntes. A primeira, a mais alinhada com Trump, considera que o novo plano é o que o país precisa para superar o modelo Obamacare. Uma segunda corrente, mais ortodoxa, se opõe ao projeto por considerar que este não é conservador o suficiente e que mantém aspectos importantes do modelo implementado pelo ex-presidente.

Trump, que tinha feito da reforma do Obamacare uma de suas mais importantes promessas de campanha, empreendeu esforços de última hora para conseguir unidade partidária e garantir a aprovação do projeto de reforma. Ao fracassar em convencer a ala ultraconservadora republicana, o presidente pôs em jogo sua fama de negociador nato. O episódio arranha a reputação de Trump e afeta sua capacidade de negociação com o Congresso.

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