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Américas

Novo decreto de Trump espanta clandestinos da fronteira com o México

media Protesto contra decreto migratório de Donald Trump em México City em 14 de março de 2015 REUTERS/Henry Romero

Nesta quarta-feira (15), o Havaí foi o primeiro estado americano a contestar na justiça o novo decreto migratório de Trump. A ofensiva do presidente para desencorajar a imigração já mostra os primeiros resultados.  

O Havaí pediu na justiça a suspensão provisória do novo texto, assinado pelo presidente Donald Trump na segunda-feira (13). O ministro da justiça havaiano, Doug Chin, declarou que "no fundo, nada mudou, a proibição geral de entrada nos Estados Unidos de cidadãos de países de maioria muçulmana continua". Somente o Iraque, que estava na lista inicial, foi retirado. Irã, Líbia, Síria, Somília, Sudão e Iêmen, continuam na mira do serviço de imigração americano.

Decreto migratório desencoraja os imigrantes

O reforço dos controles começa a dissuadir os aspirantes ao sonho americano. O número de prisões de clandestinos na fronteira com o México caiu 40% entre janeiro e fevereiro, ao invés de aumentar. "Estes primeiros resultados mostram que a aplicação das leis tem um impacto, a dissuasão tem um impacto, e uma aplicação concreta dos textos em matéria de imigração tem um impacto", afirmou John Keely, ministro da Segurança Interior.

Se Barack Obama foi apelidado de "chefe das expulsões" pelas associações de defesa de imigrantes, desde a chegada de Donald Trump à Casa Branca o medo se instalou entre os 11 milhões de ilegais que vivem sem documentos nos Estados Unidos. Na semana passada, uma estudante de 13 anos filmou a prisão de seu pai clandestino, que vive há 30 anos no país. "Eles dizem que meu pai é um criminoso, mas não é verdade, ele veio aos Estados Unidos por nós, por suas filhas, não para fazer mal a alguém. Ele é bom". O vídeo viralizou na Internet.

Grupos que empregam estrangeiros estão preocupados

O ministro da Justiça, Jeff Sessions, continua martelando que 300 estrangeiros que entraram nos Estados Unidos com o estatuto de refugiados estão sendo investigados pelo FBI por suspeita de terrorismo. Um argumento que, para ele, justifica a linha dura da política migratória do governo.

O novo decreto de Donald Trump entra em vigor nesta quinta-feira (16), com emendas e algumas mudanças em relação à versão anterior. Trump espera driblar a justiça desta vez, mas os opositores prometem fazer barulho.

O ministro da Justiça do estado de Washington, Bob Ferguson, pediu alguns dias para analisar o texto, no qual detectou diversas "capitulações". Ele está examinando especialmente o impacto do decreto no seu estado, onde grandes grupos como Amazon, por exemplo, empregam muitos estrangeiros. Outros gigantes da tecnologia, como AirBnB ou Uber, também criticaram o novo texto.

 

 

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