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Américas

Trump assina novo decreto migratório, "vital para a segurança dos EUA"

media Donald Trump assinou uma nova versão do seu decreto migratório em 6 de março de 2017 Reuters/Carlos Barria

O presidente Donald Trump assinou nesta segunda-feira (6) um novo decreto que determina o bloqueio temporário à entrada nos Estados Unidos de imigrantes e refugiados de seis países de maioria muçulmana, informou a Casa Branca. O Iraque foi excluído da lista.

Trump assinou o decreto longe das câmaras, no Salão Oval da Casa Branca. Quem se dirigiu à imprensa foi o secretário americano de Estado, Rex Tillerson, que afirmou que o novo decreto migratório é muito importante para os Estados Unidos", lembrando que 300 refugiados no território são alvo de investigações antiterroristas. "A ordem executiva assinada pelo presidente para proteger a nação da entrada de terroristas estrangeiros é uma medida vital para fortalecer nossa segurança nacional", afirmou o chefe da diplomacia americana. O texto entra em vigor no dia 16 de março.

A partir de agora, será mantido o  bloqueio para pessoas do Irã, Síria, Sudão - que sustentam o terrorismo há anos-, além de Líbia, Somália e Iêmen, que apresentariam riscos para a segurança interna. No entanto, quem possuir vistos válidos e permissões de residência poderá entrar no país.

Considerados aliados, iraquianos poderão entrar nos Estados Unidos

O Iraque não faz mais parte dos países cujos cidadãos não terão mais direito a pisar em solo americano. Rex Tillerson explicou que o país é um aliado importante no combate para vencer o grupo Estado Islâmico (EI), elogiando "os soldados iraquianos corajosos, que combatem ao lado de homens e mulheres com uniforme americano".

Lembrando que as ameaças contra os Estados Unidos não param de aumentar, Tillerson agradeceu ao primeiro-ministro iraquiano, Haidar al-Abadi, pelas medidas de segurança tomadas para impedir que criminosos e terroristas consigam deixar o Iraque e entrar nos Estados Unidos.

A acolhida dos refugiados continua suspensa por 120 dias, e os sírios permanecem banidos. Porém, os refugiados que já haviam sido aceitos e cujas viagens já estavam programadas, terão o direito de entrar no país.

Com essas mudanças, Trump tenta se alinhar às leis migratórias. Em 27 de janeiro, ele havia assinado um  primeiro decreto que causou um verdadeiro escândalo e protestos inflamados nos Estados Unidos e no exterior, e acabou sendo bloqueado pela justiça americana.

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