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Américas

Trump ordena investigação sobre escutas durante corrida presidencial

media Trump e Obama na posse do bilionário, 20 de janeiro de 2017, Washington DC. REUTERS/Carlos Barria/File Photo

O presidente Donald Trump pediu ao Congresso que investigue as escutas "com potencial motivação política" de seus telefones durante a campanha eleitoral de 2016, informou a Casa Branca neste domingo (5).

O anúncio acontece um dia depois que Trump usou o Twitter para acusar seu antecessor Barack Obama de grampear seus telefones antes das eleições de novembro, sem, no entanto, fornecer qualquer tipo de prova dessa acusação, negada por um porta-voz do ex-presidente.

O texto divulgado por Sean Spicer alude a relatórios - não especificados - de investigações politicamente motivadas um pouco antes das eleições, que o porta-voz classifica de muito preocupantes. O comunicado conclui que não haverá mais comentários sobre o tema por parte da Casa Branca nem do presidente.

O presidente da Comissão de Inteligência da Câmara de Representantes, Devin Nunes, eleito pela Califórnia, afirmou neste domingo que o painel investigará as denúncias do presidente. Em um comunicado, Nunes afirma que a investigação abrange "a resposta do governo dos Estados Unidos às ações de agentes de inteligência russos durante a campanha presidencial".

Nunes acrescentou que "a comissão realizará pesquisas sobre se o governo espionou as atividades de dirigentes de campanha de todos os partidos políticos", sem fazer referência específica às denúncias de Trump.

Ao pedir ao Congresso que amplie suas investigações, o próprio Trump estabelece um vínculo entre suas denúncias de que foi espionado por Obama e o escândalo dos contatos entre seus colaboradores e altos funcionários russos.

Contatos russos

Ao menos três comissões do Senado e da Câmara de Representantes já iniciaram investigações sobre a ingerência da Rússia na campanha eleitoral, cujo objetivo teria sido favorecer a vitória de Trump frente a democrata Hillary Clinton.

A administração Obama acusou os russos de estarem na origem da pirataria dos correios eletrônicos de colaboradores de Clinton e aprovou sanções contra Moscou em dezembro.

Em sua maioria, os republicanos preferiram se manter em silêncio sobre a última denúncia de Trump, mas o senador Lindsey Graham comentou que "se estiver certo, será o maior escândalo político desde Watergate".
O presidente Trump negou reiteradas vezes que tenha vínculos pessoais com o Kremlin, e seus assessores negam, ou minimizam, esses contatos.

As acusações continuam, porém, em vazamentos quase diários na imprensa, que revela novos detalhes dos laços entre Moscou e nomes do alto escalão do governo Trump.
acb/dw/cn
 

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