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Américas

Juiz federal bloqueia decreto de Trump que limita entrada de muçulmanos

media Protesto no aeroporto de Los Angeles contra Trump REUTERS/Patrick T. Fallon

O juiz federal James Robart ordenou nesta sexta-feira (3) a suspensão do decreto do presidente americano Donald Trump, que proíbe a entrada de refugiados e cidadãos de sete países de maioria muçulmana.

A decisão bloqueia temporariamente o decreto assinado no dia 27 de janeiro que escandalizou o mundo. "Nunguém, nem o presidente, está acima da lei", reagiu Jay Inslee, governador democrata do Estado de Washington, que entrou com um recurso pedindo a suspensão da lei ao lado do estado do Minnesota.

Recursos similares foram apresentados em outros estados. Entre eles, estão Califórnia, Nova York e Virgínia. A Casa Branca já anunciou que entrará com um outro recurso para suspender a medida o “mais cedo possível”.

A decisão do juiz tem impacto imediato na circulação dos cidadãos dos países envolvidos. As companhias aéreas já receberam autorização para o embarque estrangeiros com visto. O decreto visa a Síria, o Iraque, o Irã, o Iêmen, a Líbia, a Somália e o Sudão, todos de maioria muçulmana.

Mais de 100 mil vistos foram revogados depois da assinatura do decreto, segundo o advogado do departamento de Justiça dos EUA, Leonie Brinkema. O Departamento de Estado americano contestou os dados e disse que apenas 60 mil foram suspensos.

A liberdade religiosa nos Estados Unidos é garantida no primeiro artigo da Constituição americana.

Secretário nomeado desiste de assumir o cargo

O veterano das forças americanas, Vincent Viola, desistiu de assumir o cargo, anunciou o Pentágono nessa sexta-feira. Em um comunicado, o secretário da Defesa, Jim Mattis, disse estar decepcionado, "mas respeita a decisão de Viola". O motivo da desistência seria a incompatibilidade com atividades financeiras pessoais e o cargo - Vincent Viola é presidente da New York Mercantile Exchange, uma das empresas de trading mais conhecidas do mercado.
 

 

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