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Américas

EUA não poderão ignorar combate ao aquecimento global, diz negociador americano na COP22

media O negociador dos EUA na COP, Jonathan Pershing, disse que a administração de Trump não poderá negar os riscos e as consequência econômicas das mudanças climáticas REUTERS/Youssef Boudlal

Enquanto o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, busca a maneira mais rápida de abandonar o Acordo de Paris, os negociadores americanos que estão na Conferência do Clima das Nações Unidas no Marrocos (COP 22) tentam mostrar que dificilmente haverá um retrocesso no compromisso global de combater as mudanças climáticas.

Enviada especial à Marrakesh

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (14), o diretor do Departamento de Energia dos EUA, Jonathan Pershing, disse que ainda não conversou com a equipe de transição de Trump, mas previu que será impossível para a próxima administração republicana ignorar ou negar os riscos e as consequência econômicas das mudanças climáticas, inclusive no próprio território americano.

“Nossa produção agrícola diminuiu com as recentes inundações na Louisiana. O furacão Sandy (2012) chegou até Nova York e esse tipo de fenômeno climático é cada vez mais frequente. Então, não adianta negar o problema, e sim pensar em uma resposta global para evitar que a situação piore. A comunidade econômica americana e a sociedade civil vão continuar nessa direção. Acredito que nos próximos anos será imperativo participarmos das ações coletivas para combater o aquecimento global”, disse Pershing.

Questionado por uma jornalista de um site chinês se ele não iria perder o cargo com a posse de Trump em janeiro, Pershing disse que foi nomeado para permanecer nesse posto até janeiro de 2020.

O diretor do Departamento de Energia dos EUA também lembrou que os mercados estão se movimentando em ritmo intenso para apoiar os governos na aplicação do Acordo de Paris. “As pessoas estão trabalhando para reunir financiamento, para atender à demanda crescente de soluções com baixos níveis de carbono. Economias importantes, como a China, por exemplo, iniciaram um trabalho substancial para concretizar essa transição energética. O status pode mudar, mas estou certo que vamos apoiar um esforço internacional de combate ao aquecimento global”, afirmou o americano.

Universitários americanos e cientistas presentes na COP 22 em Marrakesh consideram que se os Estados Unidos de fato abandonarem a liderança nessa área, o país será substituído por outras nações, entre elas o Brasil, que têm uma influência grande nas negociações e iniciativas climáticas.
 

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