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Américas

Melania Trump vai ser a nova Carla Bruni?

media Melania Trump ao lado de seu marido Donald durante a campanha presidencias REUTERS/Carlo Allegri

Com a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos, a maior potência do planeta terá uma primeira-dama que sai dos padrões habituais. Apesar de discreta, Melania Trump já chama a atenção da mídia por onde passa.

Aos 46 anos, Melania assume o lugar ocupado pela carismática Michelle Obama nos últimos oito anos. Assim como seu marido Donald, que derrotou a democrata Hillary Clinton com um estilo inusitado, a nova primeira-dama dos Estados Unidos encarna um dos cargos de maior visibilidade nos Estados Unidos com um perfil raro nesse tipo de função pública.

Melania, que já é embaixadora da boa vontade da Cruz Vermelha, nasceu em um vilarejo na antiga Iugoslávia, mas deixou o país aos 18 anos para seguir carreira de modelo em Milão e em Paris. Dois anos após chegar aos Estados Unidos, em 1996, ela encontrou pela primeira vez Donald Trump. Os dois começaram a ser vistos juntos em 1998, mas o casamento foi celebrado apenas em 2005, na Flórida.

Primeira-dama nua na capa de revista

Melania já foi comparada algumas vezes a Carla Bruni, a ex-primeira-dama da França. Assim como a mulher de Nicolas Sarkozy, que nasceu na Itália, a nova first lady nasceu em outro país, e também fez carreira nas passarelas, com seu 1m80 de altura. Outra coincidência é que, como a cantora franco-italiana, Melania é a terceira mulher do presidente.

Em sua carreira de modelo, Melania apareceu nua em capas de revista, mas nunca se preocupou com as reações dos eleitores conservadores do marido: “As imagens não tinham nada de especial. Faz parte do trabalho”, rebateu à imprensa americana. “Ela é bela, sedutora e tem um bom coração”, completou Donald Trump.

Mas os pontos em comum com a ex-primeira-dama francesa terminam por ai. Se Carla Bruni nasceu em uma rica família de industriais de Turin, Melania, que nasceu Melanija Knavs, é filha de um membro do partido comunista, gerente de uma concessionária de automóveis, e de uma mãe que trabalhava na indústria têxtil.

Acusações de plágio

Além disso, ao contrário de Carla, que marcou presença na segunda campanha de Sarkozy, Melania foi relativamente discreta durante a corrida pela Casa Branca, apesar de suas aparições sempre chamarem atenção pelo glamour de seu estilo. Uma de suas poucas participações foi, inclusive, alvo de muita polêmica, quando ela foi acusada de plagiar o discurso de Michelle Obama durante a convenção dos republicanos, em Cleveland, no mês de julho. Em entrevistas recentes, ela disse que preferiu ficar fora da campanha pois tinha que cuidar de seu filho Barron, de 10 anos, já que “uma criança precisa de um de seus pais em casa”.

Questionada sobre a relação de seu marido com as mulheres, após as declarações desastrosas feitas pelo republicano e reveladas na reta final da campanha, Melania desconversou, e disse que o marido “trata todos da mesma forma”. Já sobre a questão da imigração, um dos temas mais polêmicos do discurso de Trump, a nova primeira-dama, que tem originalmente a nacionalidade eslovena, foi categórica: “Eu atravessei um longo caminho para me tornar cidadã americana. As pessoas têm que respeitar a lei”.
 

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