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Américas

Justiça abre investigação sobre papel de Macri no Panama Papers

media O presidente argentino, Mauricio Macri, nega estar envolvido com escândalo do Panama Papers. Reuters.

A procuradoria da justiça da Argentina abriu nesta quinta-feira (7) uma investigação sobre o presidente Maurício Macri. O processo visa analisar o possível envolvimento do chefe de Estado, cujo nome aparece no escândalo do Panama Papers, na criação de empresas offshore em paraísos fiscais.

O processo foi lançado pelo deputado argentino da oposição Darío Norman Martínez, que deu entrada em uma queixa por evasão fiscal contra o presidente argentino. As autoridades querem saber se Macri omitiu informações em sua declaração de bens.

Os documentos revelados pelo consórcio internacional de jornalistas revelou que o nome do chefe de Estado estaria ligado a duas empresas offshore: Fleg Trading Ltd, que funcionou nas Bahamas, entre 1998 e 2008, e Kagemusha SA, criada no Panamá, em 1981.

Eleito em novembro de 2015 com a promessa de impor uma gestão exemplar e lutar contra a corrupção, o chefe de Estado de centro-direita nega qualquer envolvimento no caso. O líder argentino alega que as empresas, que aparecem nas listas do Panama Papers, pertencem ao grupo dirigido por seu pai Franco Macri, um rico empresário italiano que fez fortuna na Argentina.

“Do ponto de vista legal, é possível que ele não tenha feito nada incorreto. Mas se Macri quer transparência, deveria ter mencionado essas empresas”, afirma o cientista político argentino Gabriel Puricelli.

Pelo menos 570 argentinos estariam envolvidos no escândalo do Panama Papers.

Com informações da AFP
 

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