Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 14/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 14/10 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 14/10 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 14/10 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 14/10 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 14/10 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 13/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 13/10 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Américas

Zuckerberg se solidariza com a Apple em sua batalha na Justiça americana

media Mark Zuckerberg faz entrada surpresa no Mobile World Congress Facebook

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, disse nesta segunda-feira (22) que se "solidariza" com a gigante americana Apple e seu chefe Tim Cook, engajados em uma batalha contra a Justiça americana sobre a privacidade de dados.

"Somos solidários com Tim e Apple", assegurou em um discurso muito esperado no Mobile World Congress, em Barcelona, a maior exposição do mundo de telecomunicações. "Eu não acredito que exigir um 'backdoor' da codificação será eficaz para aumentar a segurança ou que seja a coisa certa a fazer."

A Apple está no centro de uma batalha legal depois que um juiz americano exigiu que a companhia ajude a polícia federal (FBI) a acessar o conteúdo criptografado do iPhone de um dos autores radicalizados do tiroteio em San Bernardino, que matou 14 pessoas no início de dezembro na Califórnia.

A gigante americana afirma que o software solicitado pelo FBI para acessar esse smartphone não existe. No entanto, peritos independentes concordam que os engenheiros da Apple têm a capacidade de criá-lo. Mas alertam que um tal 'backdoor' poria em risco a proteção dos dados de centenas de milhões de usuários.

Zuckerberg também assegurou que a rede social que ele fundou tem regras estritas contra conteúdo que possa promover o terrorismo. "Nós não queremos pessoas que fazem esse tipo de coisa no Facebook," disse.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.