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Américas

Vulcão Cotopaxi coloca Equador em alerta

media Governo do Equador mobilizou polícia e militares diante da retomada de atividade do vulcão Cotopaxi. REUTERS/Guillermo Granja

O presidente do Equador, Rafael Correa, decidiu neste sábado (15) decretar o estado de exceção para atender uma possível emergência provocada pela atividade do vulcão Cotopaxi, situado próximo da capital Quito. Vários povoados do centro do país já foram evacuados por medida de segurança. A formação vulcânica é considerada uma das mais perigosas do mundo.

O vulcão vem registrando pequenas explosões e lançando cinzas desde sexta-feira (14). Diante da situação, Correa decidiu decretar “estado de exceção”. Segundo o presidente, esse nível de alerta permite “mobilizar os recursos necessários”, como utilização de militares, para combater uma eventual intensificação das atividades do Cotopaxi.

O regime também autoriza o governo a controlar as informações divulgadas sobre a evolução do vulcão. Essa “censura preventiva” visa “evitar rumores lançados sur Twitter”, declarou Quito. Apenas o ministério da Segurança nacional estará autorizado a divulgar dados sobre a situação.

Com 5.897 metros de altura, o Cotopaxi fica a 45 km ao sul da capital Quito e é visto pelos especialistas como um dos mais perigosos do mundo por causa do número importante de pessoas que moram em seus arredores. As autoridades decidiram reduzir a atividade turística na região após o alerta do Instituto Geofísico e vários povoados foram evacuados de forma preventiva.

As atividades do aeroporto de Latacunga, cidade situada aos pés do Cotopaxi, onde vivem 170 mil pessoas, também foram suspensas por medida de segurança. Os moradores do local começaram a estocar água e comida.

O Cotopaxi é um dos oito vulcões ativos do Equador e sua última erupção data de 1877.

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