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Américas

Autoridades decretam estado de emergência em Ferguson após tiroteio

media Moradores saíram às ruas no condado de St. Louis, um dia após protestos interrompidos por tiroteio em Ferguson. REUTERS/Rick Wilking

O condado de St.Louis decretou estado de emergência nessa segunda-feira (10) na região de Ferguson, um dia após a troca de tiros registrada durante a cerimônia de aniversário do assassinato de Michael Brown pela polícia. Um jovem, acusado de ser o responsável pelos disparos no protesto, foi gravemente ferido.

"Em vista da violência de ontem à noite e dos distúrbios na cidade de Ferguson e o risco de causar danos a pessoas e imóveis, estou exercendo meu poder como autoridade do condado para proclamar o estado de emergência, efetivo imediatamente", declarou Steve Stenger, administrador da região de St.Louis (Missouri). A decisão foi tomada depois do indiciamento de Tyrone Harris, um jovem de 18 anos, acusado de ser o autor do tiroteio visando de domingo. O episódio ocorreu durante os protestos pacíficos organizados pela população para lembrar, um ano depois, o assassinato do jovem negro Michael Brown por um policial branco.

Harris é acusado de agressão contra a forças de ordem e ação criminosa armada, informaram as autoridades do condado de St. Louis em um comunicado. Ele foi gravemente ferido durante o tiroteio e está hospitalizado.

Policiais a paisana

O tiroteio começou quando a polícia tentou dispersar manifestantes que bloqueavam a circulação e que teria quebrado janelas durante o protesto. Mas a ação das forças de ordem está sendo contestada pelas associações locais. Kayla Reed, membro da Organization of Black Struggle, diz que “recorrer a policiais a paisana durante uma manifestação foi uma decisão infeliz, pois isso tornou difícil a identificação dos policiais”.

Já a polícia afirma que a troca de tiros inicial opunha dois grupos rivais de manifestantes. Segundo as autoridades, um home armado atravessou um estacionamento e atirou contra os carros das forças de ordem, que revidaram, antes de persegui-lo a pé. Cerca de 40 disparos foram dados. “Trata-se de criminosos e não de manifestantes”, afirmou Jon Belmar, chefe da polícia do condado.

(Com informações da AFP)
 

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