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Américas

Grupo racista Ku Klux Klan manifesta nos Estados Unidos

media Militantes do Ku Klux Klan protestam diante do Parlamento da Carolina do Sul. REUTERS/Chris Keane


O Ku Klux Klan (KKK) organizou neste sábado (18) uma manifestação diante do Parlamento da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. O histórico grupo de defesa da supremacia branca protestava contra a decisão do governo local de retirar da esplanada do capitólio a bandeira confederada, que representa um símbolo do racismo para muitos norte-americanos.

Dezenas de membros do Ku Klux Klan (KKK) se reuniram diante da Parlamento. Os militantes entoaram cantos e slogans racistas e exibiram bandeiras confederadas ou com suásticas. O grupo, que não fez nenhum discurso, foi recebido com vaias. Segundo a imprensa local, mesmo se o protesto foi marcado por tensões entre manifestantes e opositores, nenhum incidente maior foi registrado.

Pouco antes da manifestação, cerca de 100 membros de um grupo intitulado "Black Educators for Justice" também se reuniram diante do Parlamento. Bandeiras com a cruz sulista, usada pelos defensores da escravidão nos Estados Unidos, foram rasgadas diante das câmeras.

O KKK protesta contra a retirada da esplanada do parlamento do Estado, no dia 10 de julho, da bandeira confederada. A decisão foi tomada pela governadora republicana da Carolina do Sul, Nikki Haley, logo após o assassinato de nove negros durante um massacre em uma igreja da cidade de Charleston. O crime foi cometido por Dylann Roof, um partidário da supremacia branca que justificou o ato alegando seu ódio aos negros. Fotos do criminoso exibindo armas e uma bandeira confederada foram publicadas na internet.

“Governo quer eliminar a cultura branca da história”

Em uma mensagem divulgada antes da manifestação, o grupo informou que o ato é uma homenagem a todos que morreram combatendo a tirania federal, uma alusão aos sulistas que defendiam a separação étnica nos Estados Unidos. “O governo tenta eliminar a cultura branca e nossa herança das páginas de história.”

O KKK é um grupo abertamente segregacionista, que semeou o medo no sul dos Estados Unidos, principalmente nos anos 1960, durante as manifestações pelos direitos civis dos afro-americanos. Na época, vários negros foram enforcados ou queimados vivos por seus membros, que costumavam usar túnicas e capuzes brancos pontiagudos.

(Com informações da AFP)

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