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Américas

Inflação na Venezuela passa dos 60% em 12 meses

media Pessoas fazem fila em frente a supermercado que recém recebeu produtos em Caracas. REUTERS/Carlos Garcia Rawlins

A inflação nos últimos 12 meses ultrapassou a marca dos 60% na Venezuela, revelou um relatório do Banco Central do país publicado nesta sexta-feira (13). O índice exorbitante se deve à “instabilidade política”, segundo o documento.

“A variação anual dos preços correspondente ao mês de maio se situa em 60,9%”, afirma o BCV, em sua página na internet.

O índice nacional de preços para o consumo (INPC) registrou uma alta de 5,7% em maio, em relação ao mês anterior, de acordo com o relatório. “Perturbações excepcionais, sem relação direta com a atividade produtiva, influenciaram negativamente no INPC, com consequências sobre a inflação”, explicou o banco.

Os setores mais afetados são os alimentos (+6,4% em um mês), os restaurantes e hotéis (+6,9%) e o transporte (+10,1%). “Os meses de abril e maio continuam afetados pelos acontecimentos políticos que se concentraram em algumas das principais cidades do país e atrapalharam, em parte, o processo de produção, distribuição e comercialização de bens e serviços de uso corrente”, acrescenta.

Manifestações

Desde fevereiro, a Venezuela é palco de manifestações de estudantes e opositores ao governo do presidente Nicolás Maduro, herdeiro político de Hugo Chávez. Eles protestam contra a insegurança e a situação frágil da economia do país. A repressão das manifestações e os confrontos entre participantes e a polícia resultaram em pelo menos 42 mortes.

Apesar de ter as maiores reservas de petróleo do mundo, o país tem uma das mais altas taxas de inflação do planeta. A população também sofre com a ruptura de estoques de produtos básicos como farinha, açúcar, café, produtos de higiene e papel higiênico, entre outros. Pelo quarto mês consecutivo, o BCV não publicou o índice de ruptura, que mede o nível dos estoques no comércio.
 

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