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Américas

FMI prevê contração da economia venezuelana

media El presidente venezolano Nicolás Maduro, el 21 de abril en Caracas. ©Reuters.

O diretor do FMI na América Latina, Alejandro Werner, disse nesta sexta-feira (25) que as medidas anunciadas nesta quinta-feira (24) pelo presidente Nicolas Maduro para lutar contra a crise econômica na Venezuela serão úteis, mas é preciso "fazer mais."

A declaração foi dada durante uma coletiva de imprensa para a apresentação do relatório do FMI para a região, nesta sexta-feira.

De acordo com o diretor do FMI, os anúncios do presidente venezuelano vão ajudar a aliviar a pressão sofrida pelo mercado cambial, controlado pelo estado desde 2003. Elas preveem a injeção imediata de capital na economia, o pagamento da dívida a empresas importadoras, a diminuição da burocracia e o investimento de recursos públicos para estimular a produção nacional.

Ofensiva

Depois de dois meses de prostestos no país, Maduro decidiu lançar a segunda fase da ofensiva econômica iniciada em novembro. O objetivo é controlar a inflação que hoje ultrapassa 56% e acabar com a escassez de alimentos, medicamentos e produtos de higiene.Com as medidas, o presidente venezuelano alega estar se defendendo da "guerra econômica", lançada pela oposição, que tem o apoio de setores mais conservadores e dos Estados Unidos.

O representante do FMI não mencionou concretamente as mudanças que deveriam ser adotadas pelo governo para vencer a inflação. O Fundo, proibido de entrar na Venezuela na era Chávez, entre 1999 e 2013, também anunciou uma contração de 0,5% da economia venezuelana. O governo aposta em + 4%.

O relatório apresentado nesta sexta-feira também cita a dependência de alguns países em relação à Venezuela, entre eles, o Haiti, cuja dívida com o país atinge 15% do PIB, ou ainda a Nicarágua, cuja dívida é de 20% do PIB.
 

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