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Américas

Caminhão com substâncias radioativas é roubado no México

media Caminhão com material radioativo foi roubado no México nesta quarta-feira, 4 de dezembro de 2013. France 24

Um caminhão transportando substâncias radioativas para uso médico foi roubado no México, anunciou nesta quinta-feira a Agência Internacional de Energia Atômica. O material, potencialmente perigoso, poderia ser usado na fabricação de uma bomba, segundo a agência.

O caminhão, roubado no dia 2 de dezembro em Tepojaco, localidade próxima da cidade do México, transportava Cobalto-60, um isótopo radiaoativo utilizado em equipamentos de radioterapia. A carga era destinada ao hospital de Tujuana, na região norte do México.

Em um comunicado, a agência explicou que, no momento do roubo, o Cobalto-60 estava protegido para impedir contaminação, mas se a cápsula sofrer algum dano ou for aberta poderá tornar-se extremamente perigosa.

O Cobalto-60 não serve para a fabricação de armas nucleares convencionais, mas poderia em tese ser utilizado na fabricação de uma bomba combinando explosivos convencionais e isótopos radioativos.

As autoridades mexicanas estão realizando buscas para encontrar o caminhão, e divulgaram um comunicado para alerter a população.

No ano passado, de acordo com a AIEA, foram registrados 17 casos de posse ilegal e tentativas de venda de substâncias nucleares, além de 24 casos de roubos ou perdas.

A agência já registrou inúmeros casos em países que pertenciam à antiga União das Repúblicas Socialistas Sovéticas, como a Chechênia, a Geórgia ou a Moldávia, onde diversas pessoas foram presas em 2011 tentando vender urânio.

Desde o fim da União Soviética e dos atentados do 11 de setembro, os dirigentes internacionais tem redobrado os esforços para impedir o tráfico de material radioativo.

O presidente Barack Obama presidiu duas cúpulas sobre o assunto em 2010 e em 2012. Uma terceira conferência está prevista para março de 2014 em Haia.

Segundo um relatório publicado em julho pela Arms Control Association e a organização Partnership for Global Security, houve progressos para reduzir a ameaça, mas ainda há muito trabalho pela frente.

 

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