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Argentina inicia análise de 1,5 mil arquivos secretos da Ditadura

Argentina inicia análise de 1,5 mil arquivos secretos da Ditadura
 
Os documentos foram achada na última quinta-feira acidentalmente durante as tarefas de limpeza no edifício Condor, em Buenos Aires, onde funcionam dependências da Força Aérea argentina. Googlemaps/sebaspc

Os 1,5 mil documentos descobertos no subsolo da sede da Força Aérea argentina podem lançar novas luzes sobre o regime militar que imperou na Argentina entre 1976 e 1983. Os documentos, encontrados por acaso durante uma faxina, trazem conversas inteiras entre dirigentes da junta militar, detalhes da operação Condor - colaboração entre órgãos repressivos de diversas ditaduras latino-americanas - e memorandos sobre casos policiais que até hoje impactam a política argentina.

Além de estarem muito bem conservadas, as pastas têm organização sem precedentes: elas estão em ordem cronológica e cobrem todo o período ditadorial, do dia do golpe ao dia da abertura democrática.

Embora o processo de abertura e análise dos dados deva tomar seis meses, já há ameaças de instrumentalização política da descoberta, afirma o correspondente da Rádio França Internacional em Buenos Aires, Marcio Resende: "Haveria documentos sobre o caso da família Graiver, dona então da fábrica de papel-jornal Papel Prensa".

Endividada, a família do financista David Graiver teria vendido a fábrica aos jornais La Nación, Clarín e La Razón, os maiores na época, antes de ser presa pelos militares. O governo sempre acusou os dois jornais de ficarem com essa fábrica, graças aos vínculos que tinham com os militares.

Resende afirma que não há provas disso: "Essa denúncia do governo não é uma novidade. Novidade seria se aparecesse uma prova jurídica. Na guerra entre o governo e o grupo Clarín, esse seria um novo capítulo".

A guerra a que o correspondente se refere foi deflagrada pela "Lei de Medios", aprovada pelo Supremo Tribunal argentino na última semana e que, na prática, desmantela boa parte das operações do Grupo Clarín, até então dono de quase 60% da comunicação no país. Pela nova lei, esta abrangência deve cair para 35%.

Clique no link acima para ouvir a íntegra da Linha Direta com Márcio Resende, correspondente da Rádio França Internacional em Buenos Aires.


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