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Américas

Foro de São Paulo faz sessão extraordinária em Caracas para apoiar Maduro

media O presidente interino Nicolás Maduro saúda seus partidários durante um comício neste sábado, 30 de março de 2013. Reuters

Líderes e dirigentes de partidos da esquerda de toda a América Latina participarão nesta segunda-feira, 1° de abril, de uma sessão extraordinária do Foro de São Paulo na capital venezuelana. O encontro tem dois objetivos: fazer uma homenagem póstuma ao presidente Hugo Chávez e respaldar a campanha eleitoral de Nicolás Maduro, candidato oficialista que segue as diretrizes políticas do líder bolivarista.

Elianah Jorge, correspondente da RFI em Caracas

A sessão será realizada às vésperas da eleição presidencial que decidirá em 14 de abril quem governará um dos países mais controversos do continente. Ao todo, 35 delegados oriundos de mais de 18 países irão apresentar a Declaração do Foro de São Paulo, documento que visa garantir a continuidade do socialismo na Venezuela e apoiar o candidato oficialista.

Com a frase “Nicolás Maduro, sua vitória é a nossa vitória”, os participantes do Foro de São Paulo irão aludir à frase dita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em apoio a Hugo Chávez na campanha de outubro passado.

De acordo com Rodrigo Cabezas, dirigente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), “o evento irá ratificar a linha de trabalho do presidente Hugo Chávez no que se refere à integração da América Latina, e à qual a esquerda socialista da região tem respondido de maneira eficaz, além de mobilizar todas as forças revolucionárias nacionais e internacionais para alcançar uma vitória popular e democrática”.

Os participantes também irão enfocar uma suposta tentativa de negar a legitimidade do Poder Eleitoral venezuelano com a finalidade de desestabilizar o país. Na agenda está programada uma visita ao mausoléu onde Hugo Chávez está sepultado.

O Foro de São Paulo foi criado em 1990 pelo Partido dos Trabalhadores do Brasil. Nesta sessão extraordinária estarão presentes integrantes do PT, da Frente Sandinista de Libertação Nacional da Nicarágua (FSLN), da Frente Farabundo Martí para Libertação Nacional de El Salvador (FMLN) e do Partido Comunista de Cuba (PCC).

A população venezuelana irá às urnas no próximo 14 de abril para escolher quem será o presidente do país. Entre os oito candidatos inscritos, a disputa deverá se decidir entre o oficialista Nicolás Maduro, que exerce o cargo de presidente interino, e o opositor Henrique Capriles Radonski, que disputou a eleição de outubro passado contra Hugo Chávez.

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