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Américas

Fonte do Wikileaks enfrenta corte marcial nos Estados Unidos

media O soldado americano Bradley Manning, acusado de vazar informações para o site Wikileaks. REUTERS/Benjamin Myers/Files

O sargento americano que forneceu informações sigilosas ao site Wikileaks, fundado pelo jornalista australiano Julian Assange, é acusado formalmente diante de uma corte marcial nesta quinta-feira nos Estados Unidos. Bradley Manning pode ser condenado a prisão perpétua se a corte decidir que ele é um traidor e não um defensor da liberdade de informação.

Um vídeo realizado pelo exército americano no Iraque foi fornecido pelo militar e divulgado no site de denúncias, em 2010. As imagens revelam o ataque de um helicóptero americano em Bagdá, em 2007, contra civis, provocando a morte de 11 pessoas. O escândalo causou desconforto na Casa Branca e desencadeou a abertura de uma enquete dentro das forças armadas para encontrar o responsável pelo vazamento do vídeo dos arquivos militares.

Desde 2010 preso nos Estados Unidos, Manning enfrenta mais de 20 acusações, dentre elas a de «colaboração com o inimigo» por ter tornado público, no mesmo ano, em parceria com importantes mídias internacionais, telegramas e documentos confidenciais do exército e da diplomacia americana, principalmente sobre a guerra no Iraque e no Afeganistão. Revelações que trouxeram consequências para as pessoas citadas nos documentos secretos e expuseram posições sensíveis da diplomacia do país.

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Visto por uns como um herói que teve a coragem de revelar ao mundo atrocidades da guerra e por outros como traidor da nação, especialistas parecem estar de acordo apenas para contestar  que o soldado  tenha sido o único responsável pela divulgação de 250 mil documentos, grande parte proveniente do bem guardado Departamento de Estado Americano.
 

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