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Europa

Falta de dinheiro causa suspensão de publicações do site WikiLeaks

media Julian Assange, fundador do WikiLeaks, durante protestos em Londres contra a guerra no Afeganistão. REUTERS/Luke MacGregor

O site WikiLeaks, fundado pelo australiano Julian Assange, anunciou nesta segunda-feira a suspensão temporária da difusão de documentos confidenciais e sigilosos por falta de recursos. Empresas financeiras são acusadas de bloquear dezenas de milhões de dólares destinados ao site.

A sobrevivência do WikiLeaks vai depender da sua capacidade de arrecadar novos fundos. O site lançou a campanha “WikiLeaks need you” (WikiLeaks precisa de você). Qualquer um pode fazer doações, clicando em um dos links disponibilizados na página principal na internet: www.wikileaks.org.

Um comunicado publicado em Londres informa que a empresa foi prejudicada financeiramente pelo bloqueio instaurado principalmente por dois gigantes do setor de cartões de crédito, Visa e Mastercard, sediados no território americano.

"Desde 7 de dezembro de 2010, um bloqueio financeiro arbitrário e ilegal foi imposto por Bank of América, Visa, Mastercard, Paypal e Western Union. O ataque destruiu 95% da nossa renda", diz a carta de Assange.

Australiano faz apelo em vídeo

O australiano conta que o bloqueio foi iniciado dez dias após o lançamento das publicações de cerca de 250 mil documentos diplomáticos do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

"Nos últimos onze meses, WikiLeaks pôde funcionar com suas reservas líquidas. A organização perdeu dezenas de milhões de dólares, sob forma de dons, em razão deste bloqueio", afirma o comunicado.

Em um vídeo de 2 minutos, Julian Assange aparece fazendo um apelo ao público para aderir à sua causa e afirma que novas revelações em seu site vão depender do recebimento de ajuda financeira.

"Não podemos permitir que estes bancos controlem nossas vidas. Por isso, decidimos juntar todos os nossos esforços para lutar contra essas instituições financeiras corruptas. Junte-se a nós nesta luta. WikiLeaks precisa de você", diz Assange no vídeo.

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