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Américas

Novo presidente peruano promete acabar com exclusão social

media Ollanta Humala acena para o povo, no caminho entre o Congresso e o palácio presidencial, em Lima, nesta quinta-feira. Reuters

Ollanta Humala, ex-militar de 49 anos, tomou posse como presidente do Peru, o primeiro de esquerda em quase quatro décadas. Num país em franco crescimento, ele prometeu "acabar com o dilacerante rosto da exclusão e da pobreza".

Hulama prestou juramento na sede do Congresso, na presença de vários presidentes estrangeiros, incluindo Dilma Roussef. Ele também afirmou que defenderá "a soberania nacional, a ordem constitucional e a integridade física e moral da República". Em seu discurso à Nação, ele declarou que recebia o cargo "com humildade e fervor patriótico".

Em meio aos aplausos, o presidente reiterou seu compromisso de acabar com a exclusão social e falou sobre a necessidade de que "a corrupção seja punida". Ao falar da economia, Humala afirmou que "os acordos comerciais com países amigos serão honrados" e ressaltou que o Peru irá manter uma "economia de mercado aberta ao mundo".

Humala foi eleito após um apertado segundo turno a candidata de direita Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que cumpre pena de prisão por crime contra a humanidade. O último líder da esquerda no Peru foi o general Juan Velasco Alvarado, que que chegou ao poder através de um golpe de Estado em 1968. Alvarado se uniu com os partidos de esquerda para realizar uma reforma agrária e adotar medidas para melhorar a distribuição de renda, mas foi deposto em 1975.

Alan García, que deixa a presidência, não assistiu à cerimônia de posse. Ele manifestou, há alguns dias, que tinha medo de ser vaiado.

O Peru, com 28 milhões de habitantes, está em plena fase de crescimento econômico. Mas apesar de um crescimento de 8;8% em 2010, um terço da população se encontra na faixa da pobreza. Humala terá como um dos grandes desafios manter o crescimento, impulsionado por uma vigorosa atividade no setor da mineração. Outra questão importante é o grande número de conflitos sociais no país. O novo presidente diz-se admirador do modelo econômico-social estabelecido por Luiz Inácio Lula da Silva.
 

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