Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 20/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 20/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 20/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 20/09 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 20/09 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 20/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/09 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Américas

Gays no exército não são um risco para Pentágono

media Cópia da pesquisa divulgada nesta terça-feira sobre homossexuais no Exército. Reuters

O Pentágono chegou à conclusão que permitir que gays sirvam as Forças Armadas americanas abertamente não é um risco para a eficiência do serviço militar, mesmo durante uma guerra.  

O estudo realizado durante nove meses pelo Departamento de Defesa sobre gays no serviço militar, teve como objetivo principal analisar os impactos da possível anulação da medida “Don’t Ask, Don’t Tell”, que está em vigor há 17 anos.Ela só permite que gays e lésbicas sirvam se mantiverem suas orientações sexuais em segredo.

A pesquisa apontou que mudar a lei poderia causar alguns atritos e divisões no curto prazo, mas com uma liderança eficiente dos superiores os problemas poderiam desaparecer.

De acordo com o relatório, 70% dos militares acreditam que a anulação da medida poderia ter impacto positivo ou não ter nenhuma consequência. Apenas 30% acham que a anulação poderia ter consequências negativas.

A maior oposição à mudança está entre os membros da Marinha e de algumas unidades de combate especial.

Outra pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo instituto de pesquisas Pew mostrou que a maioria dos civis (58%) é a favor de permitir que gays e lésbicas sirvam abertamente, contra 27% que se opõe.

O Secretário de Defesa Robert Gates afirmou nesta terça-feira que o cancelamento da medida não seria uma mudança brutal ou traumática como muitos temem. Ele lembrou que isto deve ser feito com cuidado e com preparo das forças militares, aumentando treinamento e educação.

Ele disse que a maioria concorda com gays servindo abertamente, mas que mesmo assim ainda há alto índice de desconforto entre aqueles que estão em campo de combate. Esta é uma preocupação para os chefes e para ele.

Ao mesmo tempo, Gates declarou que é urgente que o Senado vote nas próximas semanas para cancelar a lei. Segundo ele, se isto não acontecer podem haver brigas nas cortes e a possibilidade da anulação da medida ser imposta imediatamente por decreto judicial.

A Câmara já votou para derrubar a lei. No entanto, os republicanos no Senado têm bloqueado a medida, porque afirmam que não tiveram tempo suficiente para debatê-la.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.