Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 22/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 22/10 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 22/10 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 22/10 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 22/10 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 22/10 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 21/10 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 21/10 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Últimas notícias
  • Acordo do Brexit recebe apoio preliminar do Parlamento britânico
África

Polícia dispersa manifestantes que protestam contra Junta Militar no Sudão

media Protesto em Cartum contra o Conselho Millitar de Transição que comanda o Sudão. REUTERS/Mohamed Nureldin Abdallah

A polícia sudanesa usou neste domingo (30) gás lacrimogêneo contra milhares de manifestantes que protestavam na capital Cartum e em outras cidades do Sudão contra o Conselho Militar de Transição. Os manifestantes querem que os militares transfiram o poder a um governo civil.

O ato deste domingo foi o primeiro protesto de peso, após a repressão sangrenta do acampamento diante do quartel-general do exército em Cartum em 3 de junho, quando ao menos 128 pessoas morreram. Organizações internacionais pedem que os militares no poder não usem novamente a força contra os manifestantes.

A manifestação deste domingo foi convocada pela Aliança para a Liberdade e a Mudança (ALC), que lidera os protestos no Sudão. Em três bairros de Cartum, Bari, Arkaweit e Al Mamura, a polícia usou gás lacrimogêneo contra os militantes que gritavam "Poder Civil", afirmaram testemunhas.

As forças de segurança também dispersaram os manifestantes na cidade de Gadaref, no leste do país africano.

Forte mobilização

Os organizadores esperavam atingir a marca do "milhão" de pessoas nas ruas para comprovar a capacidade de mobilização do movimento. A mobilização também é um teste para o Conselho Militar de Transição, que comanda o país desde que o exército destituiu e prendeu em 11 de abril o presidente Omar al-Bashir.

As autoridades bloqueiam há várias semanas a internet, uma ferramenta estratégica para mobilizar os manifestantes desde o início do inédito movimento de protesto no Sudão, em 19 de dezembro de 2018.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.