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África

RFI e AFP pedem justiça após tortura de correspondente no Burundi

media Esdras Ndikumana é correspondente da RFI e da AFP no Burundi há mais de uma década. Twitter

A Rádio França Internacional (RFI) e a Agência France Presse (AFP) criticaram nessa quarta-feira (12) a “ausência total” de reação da autoridades do Burundi, dez dias após a agressão de um correspondente dos dois veículos de comunicação no país africano. O jornalista Esdras Ndikumana foi torturado após ter sido preso quando fazia uma reportagem.

A diretora da RFI, Cécile Megie, contesta o silêncio das autoridades do Burundi. “Exigimos que os responsáveis pelas violências e torturas que Esdras Ndikumana sofreu quando exercia sua profissão de jornalista sejam julgados e punidos”, declarou a chefe da RFI.

Mesmo tom do lado da AFP. Segundo a diretora da agência de notícias, Michèle Léridon, “a violenta agressão da qual foi vítima nosso correspondente, reconhecido e respeitado por toda a categoria no continente africano, não pode ficar impune”.

Jornalista foi detido durante reportagem

Esdras Ndikumana, 54 anos, trabalhava no Burundi para a RFI e para a AFP há mais de uma década. Jornalista independente conhecido no país, ele foi detido em 2 de agosto quando fotografava o local onde havia sido morto o general Adolphe Nshimirimana. Próximo do chefe do presidente do Burundi, o militar foi assassinado em um atentado.

Durante as duas horas que ficou detido, o correspondente foi agredido com golpes nas costas, pernas e pés. Depois de ser liberado, o jornalista foi hospitalizado com vários ferimentos.

Burundi em crise

O Burundi passa por uma crise política desde abril, quando um movimento de contestação contra um terceiro mandato do presidente Pierre Nkurunziza tomou conta do país. Apesar dos confrontos violentos que fizeram cerca de cem mortos e uma tentativa de golpe de Estado em maio, o líder, no poder desde 2005, foi reeleito em julho graças a um pleito cujo resultado foi amplamente contestado pela comunidade internacional. 

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