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África

Direitos humanos violados em Moçambique

media Presidente moçambicano, Filipe Nyusi em audiência com o líder do MDM, Daviz Simango. presidencia.gov.mz

O MDM, terceira força política, em Moçambique, esteve reunido, este domingo, 8 de março, na Beira, no centro do paiís, para comemorar, os seus 6 anos, de existência, como formação política.

O MDM, Movimento Democrático em Moçambique, reuniu os seus dirigentes, quadros, militantes e simpatizantes, na Beira, no centro de Moçambque, no quadro das comemorações, dos 6 anos, da sua criação, como partido, em 2009.

 

Seis anos depois da sua existência política, o MDM, tem hoje, 17 deputados, na Assembleia da República, e dirige, 4 grandes municípios, nomeadamente, o da Beira, palco, destas festividades, presididas, pelo seu líder, Daviz Simango, que no seu discurso oficial, denunciou a violação dos direitos humanos e apelou a um verdadeiro diálogo, entre os partidos, em Moçambique:

 

"As violações das verdade dos Direitos Humanos, nunca devem ficar impunes, e de modo algum, se deve cultivar a cultura da impunidade. O MDM, levará esta luta, para que a nossa Pátria, não haja, estas situações;3

 

Daviz Simango, defendeu, por outro lado, que o dialógo entre os políticos, constitui a base duma paz efectiva, em Moçambique:

 

"Fala-se muito de paz, neste país, mas os actos dos govenantes, nada convergem, nesta direcção. Precisamos de cultivar o debate nacional, sobre ideias, que ajudem a construir, uma nação forte, onde todos estamos unidos, em torno de princípios, da nossa diversidadde religiosa, política, cultural e étnica."    


Em colaboração, com o nosso correspondente, em Maputo, Orfeu Lisboa.

 

Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo 08/03/2015 Ouvir

 

   
 

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