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África

Guiné-Bissau reabre fronteiras com Guiné-Conacri

media Agentes de saúde na Serra Leoa Reuters/Josephus Olu-Mammah

A Guiné-Bissau que não registou oficialmente nenhum caso de ébola, reabriu nesta terça-feira (9/12) as suas fronteiras terrestres com a Guiné-Conacri, encerradas desde meados de Agosto como medida de prevenção, o que no entanto não conseguiu impedir a circulação de pessoas e bens entre estes dois países.

A epidemia de ébola, que desde há quase um ano afecta sobretudo a Guiné-Conacri, Serra Leoa e Libéria, causou cerca de 7 mil mortos e infectou mais de 17 mil pessoas segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), que no entanto desaconselhou o encerramento de frontreiras com os países mais atingidos, considerando tal medida contraproducente.

O enviado especial do secretário-geral da ONU sobre o ébola, David Nabarro, recém regressado de um périplo pela África Ocidental, afirmou hoje em Genebra, que os países vizinhos das regiões mais afectadas por esta epidemia, devem manter-se alerta e preparados para a entrada de eventuais casos suspeitos de contração da doença, cujo surto continua forte.

O nosso correspondente em Bissau, Mussá Baldé, deslocou-se hoje (9/12) ao leste do país, onde visitou dois postos fronteirços com a Guiné-Conacri, respectivamente Buruntuma e Fulamori, e constatou que na primeira localidade estava instalada uma tenda improvisada, onde as pessoas são submetidas a um controlo rápido de temperatura e aconselhadas a ligar para os números de telefone de alerta para o ébola no país - 1919 e 2020 - caso sintam sintomas suspeitos. 

Nenhum tinha febre, mas no caso de a temperatura ser superior a 38°, os viajantes teriam sido conduzidos para uma outra tenda, onde aguardariam pela equipa estacionada em Gabú, especialmente treinada para fazer análises e isolar casos suspeitos.

Mussá Baldé, correspondente na Guiné-Bissau 09/12/2014 Ouvir

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