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África

Imigração ilegal em Moçambique atinge níveis preocupantes

media Imigração ilegal dedica-se ao comércio e garimpo Universal Images Group Editorial via Getty Images

Durante dois dias um seminário em Maputo analisa a problemática da imigração clandestina no país,  que já atinge níveis preocupantes, sobretudo em actividades comerciais e de garimpo.

A Procuradoria Geral da República de Moçambique, considerou esta quinta-feira grave a situação da imiigração ilegal no país, e apontou como causas imediatas a fraca fiscalização das fronteiras, sobretudo terrestres.

Patrício José, reitor do Instituto Superior de Relações Internacionais, ISRI, foi o coordenador de um estudo sobre esta temática, realizado em colaboração com a PGR, que está a ser analisado entre hoje e amanhã em Maputo, e que vai servir de base para que o Ministério Público possa propôr soluções ao governo, que deve "aprimorar as políticas na matéria e reforçar a legislação, para dar uma base legal, para os magistrados poderem cumprir a sua parte", aconselhou Patrício José.

Grande parte dos imigrantes clandestinos dedica-se ao garimpo (ouro  na província de Manica, centro do país e/ou rubis em Cabo Delgado no norte), e já domina a actividade comercial nas periferias de várias cidades, o que pode causar impactos negativos na economia moçambicana, alertou ainda o reitor do ISRI, para quem "a maior parte dos estrangeiros vem da região dos Grandes Lagos, do Paquistão e do Bangladesh, mas neste momento está-se a verificar também em relação a Portugal, eles têm sido detidos no aeroporto internacional e repatriados imediatamente, é um fenómeno que temos que estar preparados para lidar com ele".

Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo 03/04/2014 Ouvir

Noutro teor, Damiao José porta-voz da Frelimo, partido no poder, afirma que em Moçambique não há adjudicação directa de contratos a empresas, pelo que não acredita que não o tenha havido no caso da atribuição do processo de digitalização da rádio e televisão públicas, à empresa sino-moçambicana Startimes, detida em 15% pela Focus 21, grupo empresarial da família do presidente Armando Guebuza, presidido pela sua filha Valentina/

Para Damião José a Renamo é um grupo criminoso, responsável pelos recentes ataques e mortes ocorridos no centro país, no momento em que em Maputo se registam avanços significativos no diàlogo entre o governo e a Renamo.

Damião José, porta voz da Frelimo 03/04/2014 Ouvir

Já o porta-voz do principal partido da oposição António Muchanga, considera que a adjudicaçao deste processo de digitalização, orçado em cerca de 300 milhoes de dolares à empresa de Valetina Guebuza sem concurso público, é um escândalo, revelador de prepotência e abuso.

António Muchanga, porta-voz da Renamo 03/04/2014 Ouvir

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