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Europa

Islândia coloca fim ao processo de adesão à União Europeia

media Desde a chegada ao poder da coalizão de centro-direita islandesa em 2013, o projeto de adesão do país à União Europeia foi abandonado. REUTERS/Sigtryggur Johannsson

A Islândia anunciou na quinta-feira (12) ter retirado sua candidatura para aderir à União Europeia, dois anos após a chegada ao poder da coligação conservadora eurocética. Desde que assumiu o país, o governo de centro-direita islandês prometia colocar fim ao processo.

A Comissão Europeia declarou nesta sexta-feira (13) que as portas do bloco seguem abertas à Islândia. De acordo com a porta-voz da Comissão, Maja Kocijancic, a Islândia é um parceiro importante da União Europeia e o país tem toda a liberdade para decidir de que forma dar sequência às relações com o bloco.

No momento em que a Grécia ameaça sair da zona do euro, a Comissão Europeia considera que a decisão da Islândia não prejudica o bloco. Kocijancic ressaltou que a política de adesão da União Europeia é um grande sucesso e lembrou que, em 2017, o Reino Unido deve realizar um referendo sobre sua integração à zona do euro.

Já Margaritis Schinas, porta-voz do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, criticou a decisão de Reykjavik. "Quando as coisas se tornaram difíceis para a Islândia, eles quiseram aderir, agora eles querem fazer uma pausa no processo, muito bem". A decisão é soberana, "nossas portas continuam abertas, continuamos nossa parceria", reiterou Schinas.

Candidatura abandonada

A Islândia oficializou sua candidatura em 2009 em condições muito particulares: tinha um governo de esquerda, pela primeira vez na história do país, enfrentava uma grave crise financeira e a queda do valor de sua moeda, a coroa islandesa. Mas, com a chegada da nova coalizão de centro-direita eurocética em 2013, o projeto de adesão do país à União Europeia foi abandonado. O assunto deixou de ser discutido entre Reykjavik e Bruxelas entre junho de 2011 e janeiro de 2013.

A União Europeia segue negociando a adesão da Turquia e de vários países dos Balcãs, como Sérvia, Montenegro, Macedônia e Albânia. A Bósnia e o Kosovo ainda não obtiveram o status de candidatos.

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